sexta-feira, 19 de junho de 2015

Tempestades solares previstas 24 horas antes de atingir a Terra

Para impactar as tecnologias de comunicação e energia da Terra, a tempestade solar deve ocorrer em um ponto do Sol voltado para o nosso planeta, e chegar aqui com uma orientação magnética específica. [Imagem: N. P. Savani et al. (2015)]

Ejeção de massa coronal


Está pronto o primeiro protótipo de um sistema destinado a prever como e quando grandes tempestades solares atingirão a Terra.

O esforço conjunto de pesquisadores da NASA e do Imperial College de Londres resultou em um sistema de previsão de clima espacial capaz de prever o impacto das tempestades solares em nosso planeta com até 24 horas de antecedência.

Grandes tempestades solares, quando ocorrem voltadas para a Terra, podem afetar os satélites artificiais de comunicação e GPS. Em casos mais raros, essas tempestades chegam a ser tão fortes que os efeitos podem ser sentidos na superfície do nosso planeta, incluindo interrupções no fornecimento de energia elétrica.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Início das contruções do GMT

Parceiros internacionais aprovam o início da fase de construção do Telescópio Gigante Magalhães

Integrante do consórcio para o GMT desde 2014, FAPESP desembolsa US$ 40 milhões para a construção do GMT, orçada em US$ 1,05 bilhão

Imagem ilustrativa
A Organização para o Telescópio Gigante Magalhães anunciou hoje que os seus 11 parceiros internacionais consignaram mais de US$ 500 milhões para o começo da construção do primeiro de uma nova geração de telescópios extremamente grandes. Uma vez construído, o Telescópio Gigante Magalhães tornar-se-á o maior telescópio óptico no mundo.

Os sete espelhos do Telescópio Gigante Magalhães medirão 25 metros e coletarão mais de seis vezes a quantidade de luz dos maiores telescópios ópticos atuais, proporcionando imagens até 10 vezes mais nítidas do que aquelas do Telescópio Espacial Hubble. O GMT possibilitará que os astrônomos observem o espaço com maior nitidez e profundidade, e mais para trás no tempo do que nunca antes feito. Espera-se que o telescópio entre em funcionamento em 2021 e esteja plenamente operacional até 2024.