domingo, 18 de outubro de 2015

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia



     A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - SNCT é realizada no mês de outubro sob a coordenação do MCTI, por meio do Departamento de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia (DEPDI/SECIS) - e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.

    Tem o Objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País em linguagem acessível à população e por meio inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da Ciência e aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.

    Na mesma semana, será realizada a Semana Integrada de Ciência e Tecnologia da UFMS, Semana da Física e a Semana da Química, que conta com uma extenso cronograma de palestras, minicursos, entre muitas outras atividades!

    O Clube de Astronomia Carl Sagan participará nos dias 22 e 23 de outubro com Observação do Céu no Terraço do Memorial Apolônio de Carvalho (Antigo Fórum), o evento começa às 18h e termina às 21 h.

   Para saber como participar da SNCT/Semana da Física/Semana da Química aqui em Campo Grande, segue o link com o cronograma, os eventos serão realizados no Instituto de Química da UFMS e no Memorial Apolônio de Carvalho.
Não deixe de fazer sua inscrição para participar do evento!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Plutão tem superfície rica e luas estranhas

As cores foram reforçadas por computador para ilustrar as diferenças na composição e na textura da superfície de Plutão.[Imagem: NASA/JHUAPL/SwRI]

Riqueza distante


A revista Science publicou o primeiro artigo científico apresentando detalhes das informações iniciais de Plutão recolhidas pela sonda espacial New Horizons.

A NASA vem divulgando algumas imagens ao longo das últimas semanas, mas esta é a primeira vez que dados detalhados são divulgados.

Lembrando que, devido à distância e à pouca energia disponível a bordo, a sonda New Horizons possui uma conexão muito lenta com a Terra, o que significa que somente em meados do ano que vem todos os dados coletados pela sonda durante o sobrevoo a Plutão chegarão às mãos dos cientistas.

Mas esses dados preliminares já foram suficientes para revelar que Plutão é um corpo celeste com uma diversidade impressionante, muito mais rica do que o eventualmente chato e sem graça "bloco de rocha gelado nos confins do Cinturão de Kuiper" que alguns já usaram para descrevê-lo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Rosetta revela ciclo de água e gelo no cometa

Com informações da ESA -  06/10/2015

Ainda não deu para ver o gelo de água diretamente, mas sua assinatura molecular foi detectada por meio de um espectrômetro.[Imagem: ESA/Rosetta]

Gelo espacial


A sonda espacial Rosetta encontrou indícios da ocorrência de um ciclo diário de água e gelo na superfície do cometa 67P, em torno do qual a sonda orbita há mais de um ano.

Antes da chegada da Rosetta ao 67P, acreditava-se que cometas eram "bolas de gelo sujo", mas o que se viu foi um pedregulho duro e aparentemente seco, uma espécie de "sujeira gelada", já que tudo no rigor do espaço é gelado, e os sinais de gelo de água ou outras substâncias tenham sido escassos até o momento.

À medida que a luz do Sol aquece o núcleo frio do cometa, ele expele substâncias voláteis, incluindo as tão procuradas moléculas de água, mas também monóxido e dióxido de carbono, tudo transformado diretamente em gás, que sai devidamente acompanhado de poeira. Juntos, o pó e o gás constituem a coma e a cauda características do cometa.

Esse processo pode ser bem estudado conforme o cometa atingiu o ponto mais próximo do Sol em sua órbita de 6,5 anos - o periélio foi alcançado em 13 de agosto de 2015.

Antes disso, o instrumento VIRTIS (Espectrômetro Térmico e de Infravermelhos) identificou uma região na superfície do cometa em que gelo de água aparece e desaparece em sincronismo com o período de rotação do cometa.

"Descobrimos um mecanismo que preenche a superfície do cometa com gelo fresco a cada rotação: isto mantém o cometa 'vivo'," disse Maria Cristina de Sanctis do INAF-IAPS na Itália, principal autora do estudo.