Com informações da New Scientist
Trinta e um astronautas têm as horas no espaço que teriam gasto em uma viagem de ida e volta a Marte.
Esta é apenas uma das revelações interessantes de uma plotagem de dados dos 52 anos de história da humanidade no espaço.
Para fazer a compilação, Gilles Clément e Angelia Bukley, da Universidade Espacial Internacional, na França, usaram informações publicamente disponíveis liberadas pelos programas espaciais dos EUA, Rússia e China.
Entre 12 de abril de 1961, quando Yuri Gagarin deu uma única volta ao redor da Terra a bordo da Vostok- 1, e dezembro de 2013, eles contaram os seres humanos que foram ao espaço, o tempo que eles passaram lá e quem eles eram.
Nós escolhemos os seis resultados mais interessantes, e então os colocamos em contexto, comparando-os com outras informações.
1. Astronautas são tão comuns quanto cientistas que ganharam o prêmio Nobel
Até 31 de dezembro de 2013, 539 pessoas haviam ido para o espaço, definido como chegar a uma altitude de 100 quilômetros ou mais. São cerca de 10 por ano, mais ou menos equivalente às 566 pessoas que já ganharam um prêmio Nobel em Física, Química e Fisiologia ou Medicina.
A análise de Clément e Bukley não incluiu os dois "astronautas comerciais" que pilotaram a SpaceShipOne em 2004, que ficaram no espaço por apenas alguns minutos.
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terça-feira, 27 de maio de 2014
Uma breve história dos voos espaciais - em números
Publicado por
Unknown
em
terça-feira, 27 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Quarto Encontro de 2014
Publicado por
Renan Aryel
em
terça-feira, 6 de maio de 2014
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Marte Receberá Missão Tripulada em 2030
Publicado por
Keissy Carla
em
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
NASA
| Concepção artística do Veículo Tripulado Multipropósito em uma missão ao espaço profundo. |
Mike Wall e SPACE.com
Altos níveis de radiação além da órbita da Terra oferecem o maior desafio à exploração humana de destinos no espaço profundo, declaram cientistas.
Com a atual tecnologia espacial, astronautas podem cruzar o espaço profundo por no máximo um ano antes de acumularem uma dose de radiação perigosamente alta, explicam pesquisadores. Como resultado, muitos destinos intrigantes no sistema solar permanecem fora dos limites da exploração humana no momento.
“Existe um equivalente ao Mach 1 – a barreira do som – em termos de radiação cósmica galáctica”, observou Alvin Drew, administrador do Projeto Deep Space Habitat, da NASA, na quarta-feira (19 de dezembro) durante uma apresentação com o grupo Future In-Space Operations, também da agência.
Limite de um ano
A Terra é constantemente bombardeada por raios cósmicos galácticos – partículas carregadas de alta velocidade disparadas no espaço por explosões estelares distantes e outros eventos. A atmosfera e o campo magnético do planeta defletem a maioria dessas bolas de demolição subatômicas. Quem está na superfície da Terra não se preocupa muito com elas.
Mas para astronautas cruzando o espaço – especialmente o espaço profundo, além da magnetosfera protetora da Terra – a história é diferente. Eles só conseguem suportar essa radiação por um tempo limitado antes de problemas sérios como o câncer começarem a surgir.
“Até conseguirmos novas tecnologias ou novas maneiras de mitigar mortes induzidas por câncer”, observou Drew, “estaremos limitados a apenas um ano no espaço”.
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
Clube de Astronomia Carl Sagan marca presença na palestra do primeiro astronauta brasileiro: Marcos Pontes
Publicado por
Unknown
em
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Nós, do Clube de Astronomia Carl Sagan, tivemos a oportunidade de participar da palestra que finalizou a II FETEC MS, com ninguém menos que Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro.
Infelizmente não puderam comparecer todos membros do Clube devido aos compromissos na Universidade.
(pedimos desculpas antecipadamente pelas fotos tremidas e tudo mais,
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Infelizmente não puderam comparecer todos membros do Clube devido aos compromissos na Universidade.
(pedimos desculpas antecipadamente pelas fotos tremidas e tudo mais,
De fato eu, Heloise, não esperava muito das palavras dele. Pensava que seria apenas mais uma palestra clichê e que tinha pegado uma chuva danada à toa só para estar ali.
Bem, eu me enganei, e feio.
O colóquio foi um misto da biografia dele somada a uma veia motivacional. E foi estonteante, na minha humilde opinião.
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