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quarta-feira, 9 de março de 2016

Eventos da Semana

em quarta-feira, 9 de março de 2016

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10/03: Grupo de Estudos sobre Nebulosas, às 18h30, na Casa da Ciência;


11/03: Exibição de Documentário "Maravilhas do Sistema Solar" às 17h30, na Casa da Ciência.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Nebulosas

em terça-feira, 15 de janeiro de 2013

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O que existe entre as estrelas, ou entre um aglomerado e outro? Esta porção do espaço é conhecida como meio interestelar, o qual é constituído de regiões de vazio (ou quase) e por regiões mais densas, formadas por gases, chamadas nebulosas. Existem vários tipos de nebulosas, classificadas através da luz por elas emitida, que é decomposta num espectro, parecido com um arco íris, e analisada. Deste modo, de acordo com os resultados, são chamadas de nebulosas: de emissão ou difusas, de reflexão, de absorção ou escuras e planetárias, havendo ainda, os chamados restos de supernovas.

Nebulosas de emissão ou difusas: este tipo de nuvem é constituído de gás, o qual emite luz devido à energia fornecida por um corpo celeste próximo, tal como uma estrela. O qual pode aquecê-lo a cerca de 10000 ° C. São geralmente muito extensas e delas as estrelas "nascem", ou seja, se formam geralmente em grupos (aglomerados abertos). O gás predominante é o hidrogênio, mas existem átomos de hélio, oxigênio, nitrogênio e neônio. Como exemplos citamos a Grande Nebulosa de Órion, as nebulosa da Lagoa e a de Trífida, em Sagitário.

Nebulosa da Lagoa
@Steve Mazlin, Jack Harvey, Rick Gilbert, and Daniel Verschatse

Nebulosa de Órion.
@Jesús Vargas (Astrogades) & Maritxu Poyal (Maritxu)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O retorno do planeta de Sauron

em segunda-feira, 12 de novembro de 2012

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Fomalhaut, a estrela mais brilhante da constelação Piscis Australis, ou Peixe do Sul (e por isto conhecida também como α PsA), também é conhecida como “olho de Sauron”, pelo formato da nebulosa que parece ter saído de um filme de Peter Jackson. Ela se encontra a cerca de 25 anos-luz do sol, e é a 18ª estrela mais brilhante no céu noturno.

Em 2008, foi anunciada a descoberta de um planeta orbitando Fomalhaut, o primeiro exoplaneta a ser observado diretamente, e não por causa de um eclipse da estrela principal ou de um balanço gravitacional. Ele foi identificado pela primeira vez na foto acima, feita pelo telescópio espacial Hubble.

Como a estrela é chamada Fomalhaut, o nome do planeta é “Fomalhaut b”. Para fazer esta foto, o Hubble usou uma barra de ocultação, uma pecinha de metal que bloqueia a parte mais brilhante da imagem da estrela. A parte escurecida no centro da imagem é a posição da estrela.

O planeta foi confirmado em duas outras fotos, uma de 2004 e uma de 2006. A partir de então, algumas de suas características foram deduzidas.

Estrelas velhas esculpem nebulosa planetária

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Astrônomos utilizaram o Very Large Telescope (VLT) do ESO para descobrir um par de estrelas que orbitam em torno uma da outra no centro de um dos mais fantásticos exemplos de nebulosas planetárias.

© ESO (nebulosa planetária Fleming 1)

O novo resultado confirma uma teoria há muito debatida sobre o que controla a aparência espetacular e simétrica do material que é lançado no espaço. Os resultados serão publicados em 9 de novembro de 2012 na revista Science.

As nebulosas planetárias são conchas brilhantes de gás que se situam em volta de anãs brancas - estrelas do tipo do Sol nas fases finais das suas vidas. Fleming 1 é um belo exemplo de tais objetos, apresentando jatos extraordinariamente simétricos, entrelaçados em padrões curvos e nodosos. Está situada na constelação austral do Centauro e foi descoberta há cerca de um século atrás por Williamina Fleming, uma antiga governanta contratada pelo Observatório de Havard, depois de ter mostrado aptidão para a astronomia.

Os astrônomos debatem há muito tempo como é que estes jatos simétricos podem ser criados, sem nunca chegar a um consenso. Agora, uma equipe de investigação liderada por Henri Boffin (ESO, Chile) combinou observações de Fleming 1 do Very Large Telescope com modelos de computador existentes, para explicar pela primeira vez em pormenor como é que estes estranhos jatos se formam.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Estrela que está morrendo é observada por telescópios nos EUA

em sexta-feira, 5 de outubro de 2012

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Nebulosa da Hélice expele material cósmico enquanto sua vida termina.
Objeto está localizado a 650 anos-luz da Terra, na constelação de Aquário. 

Uma estrela anã branca que está morrendo foi detectada em uma imagem combinada dos telescópios Spitzer e Wise, da agência espacial americana (Nasa), e Galaxy Evolution Explorer (Galex), do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena.

O astro, chamado Nebulosa da Hélice ou NGC 7293, expele material cósmico e, em enquanto sua vida termina, tem um brilho potencializado pela intensa radiação ultravioleta do núcleo. O objeto fica a 650 anos-luz da Terra, na Constelação de Aquário.

Os dados infravermelhos do Spitzer aparecem, na foto abaixo, na parte central, em verde e vermelho; os do Wise estão em verde e vermelho nas áreas externas; e as informações ultravioleta do Galex, em azul.

Nebulosa da Hélice é uma estrela que atravessa o último estágio de sua vida (Foto: Nasa/JPL-Caltech)

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

As mais belas imagens do Hubble

em quarta-feira, 15 de agosto de 2012

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O telescópio espacial que revolucionou a astronomia e entra em seu último ano de atividade

VIAGEM NO TEMPO

Quando o Hubble mira seu foco sobre regiões muito distantes, é como se fotografasse o passado: sua câmera captura a luz emitida há bilhões de anos pelas estrelas. Assim, os astrônomos podem ver como as galáxias eram quando o Universo era “jovem” e entender melhor como ele se formou. Essa foto, por exemplo, mostra como era a constelação de Fornax há 12 bilhões de anos – “apenas” 1,7 bilhões de anos após o Big Bang.


Telescópio no Chile faz nova imagem de nebulosa escura

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Nebulosa do Cachimbo fica a cerca de 700 anos-luz da Terra.
Fenômeno acontece por acúmulo de poeira cósmica.


Nebulosa do Cachimbo contém espessa camada de poeira cósmica, que bloqueia brilho estelar (Foto: ESO)

Astrônomos publicaram nesta quarta-feira (15) uma nova imagem de uma nebulosa escura a cerca de 700 anos-luz da Terra. A Nebulosa do Cachimbo, também chamada de Barnard 59, fica próxima ao centro da Via Láctea, na constelação de Serpentário.

Quando as nebulosas escuras foram descobertas, os astrônomos pensavam que essas áreas do céu não teriam estrelas.

Hoje, eles sabem que são regiões com camadas muito espessas de poeira cósmica, que bloqueiam o brilho das estrelas que existem por lá.

A imagem foi feita com o instrumento Wide Field Imager, instalado em um telescópio no Chile pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com participação brasileira.

Fonte: Notícias

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Para os románticos temos a Nebulosa do Coração IC 1805

em sexta-feira, 20 de julho de 2012

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O campo de visão da imagem acima mostra uma região da constelação da Cassiopeia. A imagem acima, na verdade, mostra uma visão detalhada da região conhecida como Coração do Coração, IC 1805. O aglomerado estrelar catalogado como Melotte 15 aparece na parte central direita da imagem acima. Estima-se que o aglomerado esteja localizado a 7500 anos-luz de distância da Terra.

A imagem acima foi feita em 9 de Setembro de 2011, desde Laguna Mountains na Califórnia. Para essa imagem foi usado um telescópio Mak-Newt de 152 mm em f/4.8 Explora Scientific Levy. Foi usada uma câmera ST8300M, com 15 imagens de 9 minutos de exposição através de um filtro H-alpha, 10 imagens de 5 minutos de exposição UV/IR e 10 imagens de 3 minutos de exposição em RGB.


Fonte: Ciência e Tecnologia

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Nebulosa do Caranguejo

em quinta-feira, 5 de julho de 2012

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Em 1054, a mais de 9 séculos um objeto brilhante chamou a atenção dos Chineses e do povo Anasazi (uma tribo ameríndia desaparecida a muito tempo, com desenvolvido conhecimento astronômico)  próximo à estrela ζ Tauri. O brilho foi resultado de uma explosão colossal de um estrela super massiva, que permaneceu durante meses a fio brilhando o suficiente para ser vista até mesmo durante o dia. Seus restos formam o que hoje conhecemos como Nebulosa do Caranguejo.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Tríplice Encontro das Nebulosas de Sagitário.

em sexta-feira, 1 de junho de 2012

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Estas três nebulosas brilhantes são frequentemente apresentados em trilhas espaciais pela constelação de Sagitário e nos densos campos estelares do centro Via Láctea.


No século 18, o astrônomo Charles Messier catalogou apenas dois deles, o M8(a grande nebulosa à esquerda do centro), M20(colorido à direita) e o terceiro a NGC 6559(acima de M8), separada da maior nebulosa por uma faixa de gás e poeira escura.



Todos os três são berçários estelares cerca de cinco mil anos-luz distantes da Terra.

O M8 é expansivo, com mais de uma centena de anos-luz de diâmetro, também é conhecida como a Nebulosa da Lagoa. O apelido popular da M20 é Trífida, o gás hidrogênio brilhante cria a cor vermelha dominante nessas nebulosas de emissão, contrastando com tons de azul bem marcantes na Trífida devido ao pó interestelar que reflete a luz de suas estrelas.



Esta paisagem do céu é ampla e também inclui um dos aglomerados abertos de estrelas M21, um pouco acima e à direita do Trífida.







fonte: Imagem Astronômica do Dia
créditos da foto: Martin Pugh
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