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domingo, 4 de março de 2018

Conheça o Clube de Astronomia Carl Sagan!

em domingo, 4 de março de 2018

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Olá! Nós somos do Clube de Astronomia Carl Sagan, e viemos convidar você para conhecer um pouco mais do nosso trabalho!
Para isso faremos uma apresentação, na Casa de Ciência (em frente ao teatro Glauce Rocha), na qual discutiremos alguns tópicos:

- Quem somos?
- Como o clube surgiu?
- Quais as nossas atividades?
- Quais os nossos horários?
- Como fazer parte?
- O que é um projeto de extensão?

Caso você não possa comparecer, tentaremos realizar uma transmissão ao vivo do evento na nossa Página e, também, disponibilizaremos no YouTube posteriormente.


Será na próxima Quinta-feira (08/03) às 18h. Aguardamos você!

*Não haverá Cine Cosmos essa semana.

*Ao final haverá observação do céu com telescópios se o tempo não estiver nublado.

Céu limpo a todos!



sexta-feira, 29 de abril de 2016

Eventos da Semana de 28/04 a 29/04

em sexta-feira, 29 de abril de 2016

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Atividades abertas e gratuitas, destinadas não só a comunidade acadêmica, como também, a toda a cidade e região.


29/04: Grupo de Estudos sobre Lua, às 18h00 na Casa da Ciência.





Para mais informações entre em contato pelos nossos canais:
E-mail: cacarlsagan@gmail.com

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Eventos da Semana de 04/04 a 08/04

em segunda-feira, 4 de abril de 2016

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Atividades abertas e gratuitas, destinadas não só a comunidade acadêmica, como também, a toda a cidade e região.

  • 07/04: Grupo de Estudos sobre Aglomerados Estelares, às 18h30 na Casa da Ciência.



  • 08/04: Observação do Céu no Parque das Nações Indígenas: Planeta Júpiter, Nebulosa de Orion e o Aglomerado Estelar de Ômega Centauro às 19h.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Hubble flagra nuvem descomunal vindo rumo à Via Láctea

em terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

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Se a Nuvem de Smith emitisse luz visível, é assim que nós a veríamos no céu (observe a comparação com a Lua Cheia). [Imagem: Saxton/Lockman/NRAO/AUI/NSF/Mellinger]

Nuvem de Smith


O telescópio espacial Hubble capturou novas informações sobre uma nuvem invisível que está disparada em direção à nossa galáxia a cerca de 1,12 milhão de quilômetros por hora.

Quando ela atingir a Via Láctea, os astrônomos acreditam que o fenômeno irá desencadear uma explosão espetacular de formação de estrelas, fornecendo gás suficiente para gerar 2 milhões de novos sóis.

Esta região de gás em forma de cometa tem 11.000 anos-luz de comprimento por 2.500 anos-luz de diâmetro. Se a nuvem pudesse ser vista em luz visível, ela abrangeria o céu com um diâmetro aparente 30 vezes maior do que o tamanho da Lua Cheia.

Embora centenas de nuvens de gás enormes chispem em alta velocidade em torno da nossa galáxia, esta chamada "Nuvem de Smith" é única porque sua trajetória é bem conhecida.

A nuvem foi descoberta no início dos anos 1960 pelo então estudante de astronomia Gail Smith, que detectou as ondas de rádio emitidas pelo hidrogênio em sua composição.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Galáxia mais brilhante que se conhece é um quasar

em quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

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Com informações do ESO -  18/01/2016

Quasares são galáxias ativas com núcleos extremamente energéticos. [Imagem: NRAO/AUI/NSF/Dana Berry]

Quasar


A galáxia mais luminosa conhecida no Universo é tão turbulenta que se encontra ejetando o seu fornecimento total de gás destinado à formação estelar.

O objeto, também conhecido como quasar W2246-0526, foi observado pelo radiotelescópio ALMA.

Os quasares são uma espécie de galáxia com buracos negros supermassivos nos seus centros, dos quais saem jatos poderosos de partículas e radiação. A maioria dos quasares brilha intensamente, mas uma pequena parte deles - 1 em cada 3000 - fazem parte de um tipo raro, conhecido por Hot DOGs (sigla em inglês para Hot, Dust-Obscured Galaxies, ou galáxias quentes obscurecidas por poeira).

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SEMANA MAIS CULTURA NA UFMS

em quarta-feira, 23 de setembro de 2015

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Cronograma de atividades
Casa de Ciência e Cultura de Campo Grande /
Clube de Astronomia Carl Sagan

Domingo, dia 27/09
Abertura – Concerto, das 19h30 às 20h;
Observação do Eclipse Lunar, a partir de 20h (término previsto: 23h);
"Brincando com a Matemática" - das 20h às 22h.

Segunda-feira, dia 28/09
"Brincando com a Matemática" - das 14 às 18h;
Observação do céu noturno, das 19h às 21h,
com as Astroatividades “Dinâmica dos Planetas” e “Reconhecimento de Constelações no Céu”.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Início das contruções do GMT

em quarta-feira, 3 de junho de 2015

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Parceiros internacionais aprovam o início da fase de construção do Telescópio Gigante Magalhães

Integrante do consórcio para o GMT desde 2014, FAPESP desembolsa US$ 40 milhões para a construção do GMT, orçada em US$ 1,05 bilhão

Imagem ilustrativa
A Organização para o Telescópio Gigante Magalhães anunciou hoje que os seus 11 parceiros internacionais consignaram mais de US$ 500 milhões para o começo da construção do primeiro de uma nova geração de telescópios extremamente grandes. Uma vez construído, o Telescópio Gigante Magalhães tornar-se-á o maior telescópio óptico no mundo.

Os sete espelhos do Telescópio Gigante Magalhães medirão 25 metros e coletarão mais de seis vezes a quantidade de luz dos maiores telescópios ópticos atuais, proporcionando imagens até 10 vezes mais nítidas do que aquelas do Telescópio Espacial Hubble. O GMT possibilitará que os astrônomos observem o espaço com maior nitidez e profundidade, e mais para trás no tempo do que nunca antes feito. Espera-se que o telescópio entre em funcionamento em 2021 e esteja plenamente operacional até 2024.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Via Láctea pode ser 50% maior do que se calculava

em sexta-feira, 27 de março de 2015

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O que se pensava serem discos de estrelas ao redor da galáxia podem ser ondulações. [Imagem: Yan Xu et al. - 10.1088/0004-637X/801/2/105]

Corrugada


A Via Láctea pode ser pelo menos 50% maior do que se estimava até agora.

Isto porque o disco galáctico parece ter contornos na forma de várias ondas concêntricas.

A conclusão é de uma equipe internacional que utilizou dados astronômicos coletados pelo projeto SDSS (Sloan Digital Sky Survey), responsável pela elaboração da maior imagem já feita do Universo.

"Em essência, o que descobrimos é que o disco da Via Láctea não é simplesmente um disco de estrelas em uma superfície plana - ele é ondulado," explica o professor Heidi Newberg, do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos.

"Como [essas ondas] se irradiam a partir do Sol, nós vemos pelo menos quatro ondulações no disco da Via Láctea. Embora só possamos olhar para uma parte da galáxia com esses dados, assumimos que este padrão será encontrado em todo o disco," acrescenta.

segunda-feira, 16 de março de 2015

NASA lança software que ajuda leigo a identificar asteroides

em segunda-feira, 16 de março de 2015

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Asteroide: novo software da NASA é capaz de identificar asteroides em fotos do céu feitas por astrônomos amadores. (NASA/JPL-Caltech)
Um novo software criado pela NASA promete transformar qualquer pessoa em um caçador de asteroide. Batizada de Asteroid Data Hunter (ADH), a novidade foi anunciada ontem.

Basicamente, o que o ADH faz é comparar várias fotos tiradas de uma mesma parte do céu. O software localiza possíveis asteroides identificando pontos que mudem de posição nas diferentes imagens e não tenham sido nunca antes catalogados.

Disponível para download gratuito, o ADH é compatível com desktops e laptops e consegue analisar fotos feitas por astrônomos amadores. O software é fruto de uma parceria da NASA com a empresa americana Planetary Resources.

A ideia é que asteroides descobertos com a ajuda do ADH sejam catalogados pelo Minor Planet Center, órgão ligado à universidade de Harvard.

A expectativa dos cientistas é que o número de asteroides identificados por astrônomos amadores aumente com a nova ferramenta.

"Este aumento no conhecimento vai ajudar a avaliar de forma mais rápida quais asteroides são potenciais ameaças", afirmou o presidente da Planetary Resources Chris Lewicki em nota divulgada no site da NASA.

Fonte: EXAME Tecnologia

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cine Cosmos Apresenta Quinta-Feira

em segunda-feira, 10 de novembro de 2014

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Cine Cosmos Apresenta de Segunda a Quinta

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Metade das estrelas pode estar fora das galáxias

em sexta-feira, 7 de novembro de 2014

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Este gráfico ilustra como a equipe mediu um brilho difuso de infravermelho preenchendo de luz os espaços entre as galáxias. Em primeiro lugar, imagens do céu foram coletadas em vários voos de foguetes - uma pequena parte da imagem é mostrada à esquerda. O próximo passo foi remover todas as estrelas e galáxias conhecidas. Os dados restantes revelam padrões de grande escala de luz com aglomerados que são maiores do que as próprias galáxias (centro). Suavizando os dados, é possível ver os padrões de grande escala (à direita).[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Luz de Fundo Extragaláctica


Astrônomos acreditam ter encontrado indícios de que metade das estrelas do Universo não faz parte de galáxias, vagando isoladas pelo enorme espaço intergaláctico.

Há muito se debate a origem da "Luz de Fundo Extragaláctica" (LFE) - as galáxias conhecidas não emitem luz suficiente para explicar todo o brilho que é captado quando observamos o céu - essa radiação fica na faixa infravermelha do espectro.

Há cerca de 10 anos, uma equipe usou dados do telescópio espacial Spitzer para concluir que esse brilho de fundo tinha sido emitido pelas galáxias primordiais, há muito tempo destruídas ou fundidas para formar a atual população de galáxias conhecidas.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

É possível comprovar a aceleração do Universo?

em quarta-feira, 22 de outubro de 2014

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Com informações da APS

A observação direta da aceleração do Universo pode ser obtida medindo variações de velocidade em nuvens de hidrogênio intergalácticas.[Imagem: APS/Alan Stonebraker/Wikimedia Commons/Diceman Stephen West]

Hipóteses não comprovadas


Depois dos questionamentos lançados sobre a inflação pós-Big Bang, agora é a vez de os astrofísicos tentarem se livrar dos incômodos ligados à aceleração cósmica.

O principal suporte observacional para a teoria da aceleração do Universo vem de dados coletados de supernovas.

Em 1998, astrônomos detectaram que algumas supernovas emitem uma luz fraca demais - portanto, estão mais distantes de nós do que seria esperado. Isso implica que o Universo está se acelerando, e não desacelerando, como as interações gravitacionais normais levavam a prever.

No entanto, esta conclusão pressupõe tanto a validade da relatividade geral de Einstein, quanto uma hipótese não comprovada - a de que o Universo seria homogêneo - a fim de derivar equações que relacionam a distância à velocidade e à luminosidade.

Três pesquisadores chineses afirmam agora que é possível escapar dessas indefinições usando radiotelescópios, que podem fornecer uma "observação mais direta" da aceleração do Universo medindo variações de velocidade em nuvens de hidrogênio intergalácticas.

Eles propõem algumas modificações na coleta de dados desses radiotelescópios, que seriam necessárias para alcançar uma medição da aceleração suficientemente precisa.

sábado, 31 de maio de 2014

Sexto Encontro de 2014

em sábado, 31 de maio de 2014

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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O Avanço da Astronomia no Brasil

em segunda-feira, 7 de outubro de 2013

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        Realização da assembleia da IAU no Rio é reconhecimento da capacidade de nossos astrônomos
Augusto Damineli

    A astronomia brasileira está conquistando um novo estágio em sua história. Isso ficou claro na realização da Assembleia Geral da IAU no Rio de Janeiro, entre 3 e 14 de agosto passado. Na avaliação dos aproximadamente 2.500 cientistas participantes, o encontro foi um dos melhores dos últimos tempos.

    A escolha das sedes das assembleias da IAU é definida especialmente pelo interesse da comunidade internacional pela atividade astronômica no país e pela competência dos anfitriões em organizar um evento tão complexo como esse. Ao longo de duas semanas foram realizados 31 congressos, sendo 19 deles com brasileiros em seus comitês científicos.

      Essa participação não foi apenas por cortesia dos estrangeiros, pois a reputação de um congresso é avaliada pela estatura científica do comitê. A comunidade internacional já havia notado que nossa astronomia cresce a uma taxa acima de 10% ao ano em termos de publicações e formação de doutores desde 1970. Esse crescimento é ímpar no mundo. Além disso, o Brasil tem investido em projetos de grande porte, como os telescópios Gemini de 8 metros (no Havaí e Andes chilenos) e o Soar de 4 metros (nos Andes chilenos). Alguns de nossos astrônomos têm demonstrado competência na gestão desses projetos, como também em comissões internacionais que publicam revistas científicas e a própria IAU, onde temos a vice-presidência.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Série de animações da USP mistura ciência e rock’n’roll

em terça-feira, 24 de setembro de 2013

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Astrônoma se inspirou no próprio filho para lançar animações que ensinem ciência e espírito crítico para jovens


Qual é a melhor forma de despertar vocações científicas e espírito crítico nos jovens? Para Jane Gregorio-Hetem, astrônoma livre-docente do Instituto de Astronomia da USP, é falando a língua deles. Foi o que motivou a professora a dar início a uma série de animações um tanto irreverentes, cujo personagem principal é o jovem Rockstar, um garoto questionador e apaixonado por rock’n’roll. “Quis mostrar a ciência como uma coisa interessante e acessível”, explica Jane, que na hora da criação se inspirou no próprio filho.

No segundo episódio, o tema do surgimento das moléculas de água já é apresentado de forma atraente, como sendo um mistério. Com um toque de solos de guitarra, o assunto vai sendo desenvolvido através do diálogo entre Rockstar, um átomo de oxigênio e dois de hidrogênio, que juntos formam a água. O processo é explicado desde a aglutinação dessas partículas no espaço interestelar, até o transporte da água via cometas e asteroides, chegando na Terra.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Poincaré sobre Astronomia

em sexta-feira, 5 de abril de 2013

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terça-feira, 2 de abril de 2013

Cine Cosmos

em terça-feira, 2 de abril de 2013

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Brasileiros querem abrir uma nova janela para o Universo

em quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

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Brasileiros querem abrir uma nova janela para o Universo

O objetivo do Detector Mário Schenberg é observar o movimento oscilatório provocado na estrutura cristalina da esfera pela passagem da onda gravitacional. [Imagem: Xavier P.M.Gratens] 

Nova física no espaço


"Abrir uma nova janela para o Universo": é esta expectativa, saudavelmente imodesta, que anima o projeto "Nova física no espaço: ondas gravitacionais".
Apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o projeto será coordenado por Odylio Denys de Aguiar, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Os instrumentos a serem utilizados são o detector brasileiro Mario Schenberg e a participação brasileira no detector norte-americano aLIGO (Advanced Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory).

O detector Mario Schenberg consiste em um aparato cujo principal componente é uma esfera de cobre-alumíno de mais de uma tonelada, resfriada a poucos centésimos de grau acima do zero absoluto por meio de hélio líquido.

Nessa temperatura, praticamente cessa toda a agitação atômica, possibilitando que as fraquíssimas ondas gravitacionais sejam observadas sem a indesejável interferência do "ruído térmico".


Já o aLIGO (um aperfeiçoamento do projeto LIGO) é basicamente um interferômetro laser, que detecta a passagem da onda gravitacional pelo movimento oscilatório relativo que ela provoca em espelhos separados entre si por quatro quilômetros de distância.


Além da energia eletromagnética

Com o surgimento da radioastronomia, na década de 1930, o homem descobriu objetos que haviam escapado, durante milênios, à observação óptica convencional (a olho nu ou por telescópios).

O desenvolvimento posterior das pesquisas ampliou extraordinariamente o acervo de dados, acessando fontes cósmicas que emitem radiação em outras faixas de espectro eletromagnético além do rádio e da luz visível (micro-ondas, infravermelha, ultravioleta, raios X e raios gama).

Agora a meta é ainda mais ambiciosa: extrapolar a bitola eletromagnética e estudar o universo a partir de outro tipo de interação, a gravitacional.

"Em vários eventos da natureza, parte ou a totalidade das ondas eletromagnéticas produzidas não conseguem atravessar as camadas de matéria ou vencer os intensos campos de força e chegar até nós. Isso ocorre nas explosões de supernovas, em choques de objetos ultramaciços como buracos negros e estrelas de nêutrons e também em relação ao universo primordial", disse Aguiar, que éreconhecido internacionalmente por suas pesquisas sobre a gravidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Telescópios da Nasa Observam Padrões Climáticos em anã marrom

em quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

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Em Pasadena, na Califórnia, astrônomos usando Spitzer da NASA e telescópios espaciais Hubble sondaram o ambiente tempestuoso de uma anã marrom, criando o "mapa do tempo" mais detalhado para esta classe de estrela fria. A previsão mostra nuvens do tamanho de planetas circundando esses mundos estranhos.


Esta concepção artística ilustra a anã marrom chamado 2MASSJ22282889-431026. Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech
Anãs marrons se formam a partir da condensação de gás, como fazem as estrelas, mas não têm a massa para fundir átomos de hidrogênio e produzir energia. Em vez disso, esses objetos, o que alguns chamam de estrelas fracassadas, são mais semelhantes a planetas gigantes gasosos complexos com ambientes variados. A nova pesquisa é um trampolim para uma melhor compreensão não só de anãs marrons, mas também das atmosferas de planetas fora do nosso sistema solar.

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