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quarta-feira, 6 de julho de 2016
Cine Cosmos - Céu e Inferno
Publicado por
Renan Aryel
em
quarta-feira, 6 de julho de 2016
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Cometa pode se chocar com Marte em 2014
Publicado por
Keissy Carla
em
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
| NASA/JPL-Caltech/UCLA |
O cometa recém-descoberto te diâmetro entre 8 e 50km.
Por Joe Rao e Space.com
Um
cometa recém-descoberto parece estar a caminho de passar muito perto do
planeta Marte em outubro de 2014, e existe uma chance – ainda que pequena – de
colidir com o planeta.
O
novo cometa C/2013 A1 (Siding Spring) foi descoberto em 3 de janeiro de 2013
pelo astrônomo escocês-australiano Robert H. McNaught, um prolífico observador
de cometas e asteroides que tem 74 descobertas de cometas no currículo.
McNaught
é um dos participantes do Siding Spring Survey, um programa que caça asteroides
que podem se aproximar muito da Terra. Descobriu o novo cometa usando o
Telescópio Uppsala Schmidt, de50 metros, no Observatório Siding Spring,em New
South Wales, na Austrália.
Imagens
anteriores à descoberta do cometa, feitas em 8 de dezembro de 2012 pelo
Catalina Sky Survey, no Arizona, foram encontradas rapidamente. Como o cometa foi
descoberto como parte de sua busca por asteroides, ele tem o nome do
observatório, Siding Spring. Oficialmente ele está catalogado como C/2013 A1.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Gigantescos cinturões de cometas
Publicado por
Unknown
em
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Graças ao telescópio espacial Herschel, da ESA, uma equipe de astrônomos descobriu dois gigantescos cinturões de cometas que rodeiam dois sistemas planetários nos quais só existem planetas pequenos.
© ESA (discos de resíduos ao redor da GJ581)
Estes cometas poderiam ter formado oceanos capazes de abrigar vida nos seus planetas interiores.
Já se tinha descoberto, em outro estudo realizado com material recolhido pelo Herschel, que o disco de poeira que rodeia a estrela Fomalhaut se mantinha graças a uma vertiginosa taxa de colisões entre cometas.
Recentemente, confirmou-se que os sistemas planetários GJ581 e 61 Vir também albergam uma grande quantidade de resíduos de cometas.
O Herschel detetou pó frio, a uns -200°C, em tal quantidade que se pensa que estes sistemas poderiam ter pelo menos 10 vezes mais cometas que o Cinturão de Kuiper, no nosso Sistema Solar.
A GJ 581, ou Gliese 581, é uma estrela anã de tipo M, o mais comum da Galáxia. Estudos anteriores revelaram que tem pelo menos quatro planetas, e um deles numa distância propícia à estrela central na qual poderia existir água líquida na superfície do planeta. Também se confirmou a presença de dois planetas na órbita da 61 Vir, uma estrela de tipo G um pouco menos massiva que o nosso Sol.
Os planetas descobertos nestes dois sistemas são da classe conhecida como ‘Super Terras’, cobrindo um leque de massas entre 2 a 18 vezes a massa do nosso planeta.
Curiosamente, não se encontraram provas da existência de planetas do tamanho de Júpiter ou de Saturno em nenhum dos dois sistemas.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Qual é a diferença entre asteróide, cometa e meteoro?
Publicado por
Unknown
em
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
COMETA
É uma grande bola de gelo - formada pela junção de vários gases - que vaga pelo espaço. O cometa é uma espécie de "sobra" do processo de formação dos grandes planetas gasosos do sistema solar, como Júpiter e Saturno. Este bloco gelado que você vê aqui é só uma minúscula parte de todo o cometa, é o seu núcleo sólido, que em geral tem uns 6 km de diâmetro.
À esquerda, Cometa West (1975), à direita, Cometa McNaught (2007).
Rastro gigante
Nuvem gasosa em volta do núcleo do cometa tem diâmetro 15 vezes maior que a Terra!
O núcleo sólido é uma parte insignificante do cometa. Ele é permanentemente envolvido por uma nuvem gasosa que chega a ter um diâmetro de 200 mil km, mais de 15 vezes o diâmetro da Terra! E isso sem contar a famosa cauda, um rastro de poeira e gases que surge quando o cometa se aproxima do Sol e pode atingir 100 milhões de km de extensão!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Cometas podem ter contribuído para a formação dos oceanos.
Publicado por
Neudi
em
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Astrónomos encontraram pela primeira vez água num cometa com uma assinatura química igual à da água na Terra. A descoberta fornece assim mais força à teoria de que cometas ricos em água ajudaram a encher os oceanos da Terra há milhões de anos atrás.
Em adição à água comum (H2O) que toda a gente conhece, existem ainda outras formas em que o hidrogénio da molécula de água é substituído por deutério, um isótopo do hidrogénio de maior massa atómica. A água pesada possui dois átomos de deutério (D2O), enquanto a água semi-pesada possui apenas um (HDO). É a proporção entre deutério e hidrogénio na água que vai ditar a sua assinatura química.
Num estudo publicado na Nature, foram anunciadas novas medições do vapor de água na coma do cometa Hartley 2, com recurso ao Observatório Espacial Herschel. A coma é uma fina atmosfera gasosa que se desenvolve à medida que o cometa se aproxima do Sol e a matéria congelada é vaporizada.
Os resultados indicam que a proporção de D/H no Hartley 2 é a mesma encontrada na água à superfície da Terra.Simulações de computador sugerem que o Hartley 2 é proveniente da cintura de Kuiper, uma região para além da órbita de Neptuno com corpos rochosos e gelados como Plutão, outros planetas anões e cometas.
Estes resultados sugerem que os cometas da cintura de Kuiper poderão ter desempenhado um papel mais importante do que se pensava na formação dos oceanos na Terra.
Até agora, todas as medições em cometas tinham revelado uma proporção de D/H diferente da encontrada na água da Terra, o que leva os investigadores a suspeitar que esses cometas sejam provenientes não da cintura da Kuiper, mas da mais distante nuvem de Oort, um reservatório de inúmeros cometas.
Fonte: Astro PT.
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