Parceiros internacionais aprovam o início da fase de construção do Telescópio Gigante Magalhães
Integrante do consórcio para o GMT desde 2014, FAPESP desembolsa US$ 40 milhões para a construção do GMT, orçada em US$ 1,05 bilhão
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| Imagem ilustrativa |
Os sete espelhos do Telescópio Gigante Magalhães medirão 25 metros e coletarão mais de seis vezes a quantidade de luz dos maiores telescópios ópticos atuais, proporcionando imagens até 10 vezes mais nítidas do que aquelas do Telescópio Espacial Hubble. O GMT possibilitará que os astrônomos observem o espaço com maior nitidez e profundidade, e mais para trás no tempo do que nunca antes feito. Espera-se que o telescópio entre em funcionamento em 2021 e esteja plenamente operacional até 2024.
