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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

É possível comprovar a aceleração do Universo?

em quarta-feira, 22 de outubro de 2014

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Com informações da APS

A observação direta da aceleração do Universo pode ser obtida medindo variações de velocidade em nuvens de hidrogênio intergalácticas.[Imagem: APS/Alan Stonebraker/Wikimedia Commons/Diceman Stephen West]

Hipóteses não comprovadas


Depois dos questionamentos lançados sobre a inflação pós-Big Bang, agora é a vez de os astrofísicos tentarem se livrar dos incômodos ligados à aceleração cósmica.

O principal suporte observacional para a teoria da aceleração do Universo vem de dados coletados de supernovas.

Em 1998, astrônomos detectaram que algumas supernovas emitem uma luz fraca demais - portanto, estão mais distantes de nós do que seria esperado. Isso implica que o Universo está se acelerando, e não desacelerando, como as interações gravitacionais normais levavam a prever.

No entanto, esta conclusão pressupõe tanto a validade da relatividade geral de Einstein, quanto uma hipótese não comprovada - a de que o Universo seria homogêneo - a fim de derivar equações que relacionam a distância à velocidade e à luminosidade.

Três pesquisadores chineses afirmam agora que é possível escapar dessas indefinições usando radiotelescópios, que podem fornecer uma "observação mais direta" da aceleração do Universo medindo variações de velocidade em nuvens de hidrogênio intergalácticas.

Eles propõem algumas modificações na coleta de dados desses radiotelescópios, que seriam necessárias para alcançar uma medição da aceleração suficientemente precisa.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Nova teoria do Universo pode ser testada pelo Hubble

em terça-feira, 12 de agosto de 2014

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Impressão artística de uma vista do Sol a partir do Cinturão de Kuiper, onde está localizado o UX25.[Imagem: JHUAPL/SwRI]

Laboratório cósmico


Um candidato a planeta-anão, chamado UX25, e sua pequena lua, podem fornecer a primeira evidência experimental de um novo modelo cosmológico que inclui a antigravidade.

O modelo dispensa conceitos como matéria escura, energia escura e inflação cósmica.

A proposta de testar essa nova teoria observando o movimento dos dois objetos na borda do sistema solar foi anunciada por Alberto Vecchiato e Mario Gai, do Observatório Astrofísico de Turim, na Itália.

Em 1915, a ainda desconhecida Teoria Geral da Relatividade, de Albert Einstein, recebeu um grande impulso de credibilidade quando foi usada para explicar uma discrepância na órbita de Mercúrio que não poderia ser explicada apenas pela física newtoniana.

Agora, quase um século depois, Vecchiato e Gai calculam que o UX25 e seu minúsculo satélite - que orbitam o Sol no cinturão de Kuiper, além de Netuno - podem ser usados como um "laboratório natural" para testar esse modelo do Universo - para nós tão novo e ambicioso quanto a relatividade pareceu aos colegas de Einstein no início do século passado.

terça-feira, 18 de março de 2014

Detecção de ondas gravitacionais reforça teoria do Big Bang

em terça-feira, 18 de março de 2014

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Com informações do CFA/Harvard - 18/03/2014

Somente as ondas gravitacionais que percorreram o espaço durante a inflação cósmica poderiam ter deixado estas marcas, garantem os pesquisadores.[Imagem: BICEP2 Collaboration]

Inflação cósmica


Quase 14 bilhões de anos atrás, o Universo explodiu em existência em um evento extraordinário chamado Big Bang.

Na primeira fração de segundo, ele expandiu-se exponencialmente, dobrando de tamanho 60 vezes em 10-32 segundo - um evento chamado inflação cósmica.

Tudo isso, é claro, era apenas teoria - até agora.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Buraco negro dentro de chip confirma teorias de Einstein

em sexta-feira, 4 de outubro de 2013

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Além do horizonte de eventos - a fronteira além da qual nada escapa - os buracos negros possuem uma região chamada esfera fotônica, uma região onde o espaço-tempo é fortemente curvado. [Imagem: Sheng et al./Nature Photonics]

Lente gravitacional


Segundo a Teoria da Relatividade de Einstein, corpos de grande massa fazem a luz se curvar, um efeito chamado de lente gravitacional.

Isso acontece porque a enorme gravidade deforma o espaço-tempo, fazendo com que o caminho mais curto para a luz ao redor de uma estrela maciça, por exemplo, seja uma curva.

Não é possível criar um buraco negro em miniatura para demonstrar coisas desse tipo em sala de aula, mas é possível deixar a gravidade de lado e reproduzir o fenômeno da lente gravitacional usando apenas luz.

Foi o que demonstraram C. Sheng e Hui Liu, da Universidade de Nanjing, na China, que são especialistas em metamateriais.
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