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sábado, 15 de março de 2014

Nicolas Louis de Lacaille

em sábado, 15 de março de 2014

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Nascido em 15 de março de 1713 em Rumigny na França (falecido no dia 21 de marco de 1762 em Paris), o astrônomo francês mapeou as constelações visíveis do Hemisfério Sul, tendo nomeado 14 de todas a 88 constelações atuais. Catalogou aproximadamente 10 000 estrelas, calculou e tabulou uma lista de eclipses para 1800 anos.



Em 1739 Lacaille foi nomeado professor de matemática no Colégio Mazarin, Paris, e em 1741 foi admitido na Academia de Ciências. Ele liderou uma expedição (1750-1754) para o Cabo da Boa Esperança, onde determinou a tempo apenas dois anos as posições de cerca de 10.000 estrelas, muitas ainda referidas por seus números de catálogo. Suas observações na África do Sul da Lua, Vênus e Marte, em conjunto com observações semelhantes já realizadas no Hemisfério Norte, levou ao cálculo dos valores mais precisos para as distâncias entre esses corpos.

Antes de deixar o Cabo, Lacaille mediu o primeiro arco de meridiano na África do Sul. Após o seu regresso à França, em 1754, ele trabalhou sozinho na compilação de seus dados, e excesso de trabalho, aparentemente, apressou sua morte. Sua obra mais importante, Coelum Australe Stelliferum ("catálogo de estrelas do céu do sul") foi publicado postumamente em 1763, um ano após sua morte.

Entre outras obras de sua autoria destacam-se: Lições de Astronomia e Astronomiae Fundamenta (em 1757); Diário Histórico da Viagem ao Cabo da Boa Esperança; escritos vários de Geometria, Óptica, Mecânica e muitos outros.


fontes: http://www.britannica.com/EBchecked/topic/327098/Nicolas-Louis-de-Lacaille
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Louis_de_Lacaille

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Novos dados astronômicos mostram lado oculto da Via Láctea

em sexta-feira, 2 de agosto de 2013

2 comentários
Com informações do ON

Visão infravermelha da Via Láctea a partir da Terra.[Imagem: Peter Frinchaboy/Ricardo Schiavon//SDSS-3]

Espectro estelar


Astrônomos do consórcio SDSS-3 (Sloan Digital Sky Survey 3) lançaram nesta semana um banco de dados público que ajuda a contar a história de como a Via Láctea se formou.

Com informações de 60 mil estrelas, o repositório traz um novo conjunto de espectros estelares de alta resolução (medições da quantidade de luz emitida por uma estrela em cada frequência eletromagnética) na luz infravermelha, invisível aos olhos humanos, mas capaz de penetrar o véu de poeira que obscurece o centro da galáxia.

"O espectro estelar contém informações importantes para o conhecimento de uma estrela. Ele indica detalhes fundamentais, como temperatura e tamanho da estrela, e quais elementos estão em sua atmosfera", afirma Jon Holtzman, membro da equipe. "Os espectros são uma das melhores ferramentas de que dispomos para aprender sobre as estrelas. É como ter a foto de uma pessoa em vez de apenas conhecer sua altura e peso."

Em 2012, a equipe havia divulgado a maior imagem 3D já feita do Universo.

Astrônomos brasileiros participam do projeto por meio do Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA), cuja sede fica no Observatório Nacional.

"O time brasileiro colaborou com a equipe do Apogee com simulações de populações estelares da Via Láctea, que permitiram a escolha das melhores posições do céu para apontar o instrumento, de modo a ter uma boa cobertura da galáxia. Agora, participamos do esforço de interpretação desses dados", conta o pesquisador Luiz Nicolaci da Costa, do Observatório Nacional.

Apogee (Apache Point Observatory Galactic Evolution Experiment) é um subprojeto do SDSS-3 que busca criar um censo abrangente da população estelar da Via Láctea.
TOPO