Mostrando postagens com marcador nasa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nasa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Telescópio brasileiro para observação do Sol é lançado pela NASA

em sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Comente aqui
Com informações da Agência Fapesp -  28/01/2016

Instrumento científico Solar T, transportado por um balão estratosférico, está em voo de circunavegação na Antártica captando a energia que emana das explosões solares em frequências nunca medidas.[Imagem: CRAMM]

Solar-T


A NASA lançou um balão estratosférico que transporta dois equipamentos científicos voltados a estudar o Sol. O lançamento foi feito em McMurdo, base dos Estados Unidos na Antártica, na última segunda-feira (18).

Um dos equipamentos é o Solar-T, um telescópio fotométrico duplo, projetado e construído no Brasil por pesquisadores do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em colaboração com colegas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS (sigla em inglês de Gamma-ray Imager/Polarimeter for Solar Flares), da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, ao qual o Solar-T foi acoplado.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Galáxia mais brilhante que se conhece é um quasar

em quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Comente aqui
Com informações do ESO -  18/01/2016

Quasares são galáxias ativas com núcleos extremamente energéticos. [Imagem: NRAO/AUI/NSF/Dana Berry]

Quasar


A galáxia mais luminosa conhecida no Universo é tão turbulenta que se encontra ejetando o seu fornecimento total de gás destinado à formação estelar.

O objeto, também conhecido como quasar W2246-0526, foi observado pelo radiotelescópio ALMA.

Os quasares são uma espécie de galáxia com buracos negros supermassivos nos seus centros, dos quais saem jatos poderosos de partículas e radiação. A maioria dos quasares brilha intensamente, mas uma pequena parte deles - 1 em cada 3000 - fazem parte de um tipo raro, conhecido por Hot DOGs (sigla em inglês para Hot, Dust-Obscured Galaxies, ou galáxias quentes obscurecidas por poeira).

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Avistados dois grandes objetos na borda do Sistema Solar

em sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Comente aqui
Este objeto foi localizado perto de Alfa Centauro. [Imagem: R. Liseau et al.]

Planeta X?


Astrônomos podem ter encontrado os primeiros indícios de um hipotético e lendário Planeta X, que se acredita existir nos confins do Sistema Solar.

A NASA vem tentando encontrar o Planeta X há algum tempo, mas o ânimo entre os astrônomos aumentou depois que a possibilidade da existência de mais dois planetas gigantes bem para lá de Plutão foi demonstrada em meados do ano passado.

Agora, duas equipes, trabalhando independentemente, anunciaram observações que podem indicar a existência de dois grandes corpos celestes ainda desconhecidos.

Os dados ainda precisarão ser confirmados, mas o anúncio já fez toda a comunidade astronômica dirigir seus telescópios para as regiões indicadas.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Plutão tem superfície rica e luas estranhas

em sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Comente aqui
As cores foram reforçadas por computador para ilustrar as diferenças na composição e na textura da superfície de Plutão.[Imagem: NASA/JHUAPL/SwRI]

Riqueza distante


A revista Science publicou o primeiro artigo científico apresentando detalhes das informações iniciais de Plutão recolhidas pela sonda espacial New Horizons.

A NASA vem divulgando algumas imagens ao longo das últimas semanas, mas esta é a primeira vez que dados detalhados são divulgados.

Lembrando que, devido à distância e à pouca energia disponível a bordo, a sonda New Horizons possui uma conexão muito lenta com a Terra, o que significa que somente em meados do ano que vem todos os dados coletados pela sonda durante o sobrevoo a Plutão chegarão às mãos dos cientistas.

Mas esses dados preliminares já foram suficientes para revelar que Plutão é um corpo celeste com uma diversidade impressionante, muito mais rica do que o eventualmente chato e sem graça "bloco de rocha gelado nos confins do Cinturão de Kuiper" que alguns já usaram para descrevê-lo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Rosetta revela ciclo de água e gelo no cometa

em terça-feira, 6 de outubro de 2015

Comente aqui
Com informações da ESA -  06/10/2015

Ainda não deu para ver o gelo de água diretamente, mas sua assinatura molecular foi detectada por meio de um espectrômetro.[Imagem: ESA/Rosetta]

Gelo espacial


A sonda espacial Rosetta encontrou indícios da ocorrência de um ciclo diário de água e gelo na superfície do cometa 67P, em torno do qual a sonda orbita há mais de um ano.

Antes da chegada da Rosetta ao 67P, acreditava-se que cometas eram "bolas de gelo sujo", mas o que se viu foi um pedregulho duro e aparentemente seco, uma espécie de "sujeira gelada", já que tudo no rigor do espaço é gelado, e os sinais de gelo de água ou outras substâncias tenham sido escassos até o momento.

À medida que a luz do Sol aquece o núcleo frio do cometa, ele expele substâncias voláteis, incluindo as tão procuradas moléculas de água, mas também monóxido e dióxido de carbono, tudo transformado diretamente em gás, que sai devidamente acompanhado de poeira. Juntos, o pó e o gás constituem a coma e a cauda características do cometa.

Esse processo pode ser bem estudado conforme o cometa atingiu o ponto mais próximo do Sol em sua órbita de 6,5 anos - o periélio foi alcançado em 13 de agosto de 2015.

Antes disso, o instrumento VIRTIS (Espectrômetro Térmico e de Infravermelhos) identificou uma região na superfície do cometa em que gelo de água aparece e desaparece em sincronismo com o período de rotação do cometa.

"Descobrimos um mecanismo que preenche a superfície do cometa com gelo fresco a cada rotação: isto mantém o cometa 'vivo'," disse Maria Cristina de Sanctis do INAF-IAPS na Itália, principal autora do estudo.
TOPO