segunda-feira, 28 de março de 2016

Eventos da Semana de 28/03 a 01/04

em segunda-feira, 28 de março de 2016

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Atividades abertas e gratuitas, destinadas não só a comunidade acadêmica, como também, toda a cidade e região.

31/03: Grupo de Estudos sobre Via Láctea, às 18h30 na Casa da Ciência.



01/04: Observação do Céu: Planeta Júpiter, Nebulosa de Orion e o Aglomerado Estelar de Ômega Centauro às 18h30.


domingo, 13 de março de 2016

Eventos da Semana

em domingo, 13 de março de 2016

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15/03: Grupo de Estudos sobre Via Láctea, às 18h30 na Casa da Ciência.


18/03: Observação do Céu: Lua, Planeta Júpiter e Nebulosa de Orion às 18h30.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Eventos da Semana

em quarta-feira, 9 de março de 2016

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10/03: Grupo de Estudos sobre Nebulosas, às 18h30, na Casa da Ciência;


11/03: Exibição de Documentário "Maravilhas do Sistema Solar" às 17h30, na Casa da Ciência.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Observação Astronômica nesta sexta-feira

em quinta-feira, 3 de março de 2016

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Hubble flagra nuvem descomunal vindo rumo à Via Láctea

em terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

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Se a Nuvem de Smith emitisse luz visível, é assim que nós a veríamos no céu (observe a comparação com a Lua Cheia). [Imagem: Saxton/Lockman/NRAO/AUI/NSF/Mellinger]

Nuvem de Smith


O telescópio espacial Hubble capturou novas informações sobre uma nuvem invisível que está disparada em direção à nossa galáxia a cerca de 1,12 milhão de quilômetros por hora.

Quando ela atingir a Via Láctea, os astrônomos acreditam que o fenômeno irá desencadear uma explosão espetacular de formação de estrelas, fornecendo gás suficiente para gerar 2 milhões de novos sóis.

Esta região de gás em forma de cometa tem 11.000 anos-luz de comprimento por 2.500 anos-luz de diâmetro. Se a nuvem pudesse ser vista em luz visível, ela abrangeria o céu com um diâmetro aparente 30 vezes maior do que o tamanho da Lua Cheia.

Embora centenas de nuvens de gás enormes chispem em alta velocidade em torno da nossa galáxia, esta chamada "Nuvem de Smith" é única porque sua trajetória é bem conhecida.

A nuvem foi descoberta no início dos anos 1960 pelo então estudante de astronomia Gail Smith, que detectou as ondas de rádio emitidas pelo hidrogênio em sua composição.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Telescópio brasileiro para observação do Sol é lançado pela NASA

em sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

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Com informações da Agência Fapesp -  28/01/2016

Instrumento científico Solar T, transportado por um balão estratosférico, está em voo de circunavegação na Antártica captando a energia que emana das explosões solares em frequências nunca medidas.[Imagem: CRAMM]

Solar-T


A NASA lançou um balão estratosférico que transporta dois equipamentos científicos voltados a estudar o Sol. O lançamento foi feito em McMurdo, base dos Estados Unidos na Antártica, na última segunda-feira (18).

Um dos equipamentos é o Solar-T, um telescópio fotométrico duplo, projetado e construído no Brasil por pesquisadores do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em colaboração com colegas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O outro equipamento é o experimento de raios X e gama GRIPS (sigla em inglês de Gamma-ray Imager/Polarimeter for Solar Flares), da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, ao qual o Solar-T foi acoplado.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Galáxia mais brilhante que se conhece é um quasar

em quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

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Com informações do ESO -  18/01/2016

Quasares são galáxias ativas com núcleos extremamente energéticos. [Imagem: NRAO/AUI/NSF/Dana Berry]

Quasar


A galáxia mais luminosa conhecida no Universo é tão turbulenta que se encontra ejetando o seu fornecimento total de gás destinado à formação estelar.

O objeto, também conhecido como quasar W2246-0526, foi observado pelo radiotelescópio ALMA.

Os quasares são uma espécie de galáxia com buracos negros supermassivos nos seus centros, dos quais saem jatos poderosos de partículas e radiação. A maioria dos quasares brilha intensamente, mas uma pequena parte deles - 1 em cada 3000 - fazem parte de um tipo raro, conhecido por Hot DOGs (sigla em inglês para Hot, Dust-Obscured Galaxies, ou galáxias quentes obscurecidas por poeira).
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