Entre os pioneiros, podemos mencionar: o intrépido Viktor Hess, voando perigosamente com seus balões já no começo deste século; Millikan e Compton, viajando ao redor do mundo para medir a intensidade da radiação; Anderson, o descobridor da antimatéria; Pierre Auger, o descobridor dos grandes chuveiros de partículas; César Lattes, Occhialini e Powel, descobrindo o méson pi; Fermi, propondo a teoria para explicar os mecanismos de aceleração dessas partículas.
Acima de 1018eV, chega apenas uma partícula por semana em uma área de 1 quilometro quadrado. Acima de 1020eV, esse número cai para uma partícula por quilômetro quadrado por século! Para encontrar e medir essas partículas, os físicos de raios cósmicos precisam esperar séculos ou então construir gigantescos detectores.
A maior parte das partículas da radiação cósmica são ou núcleos de átomos ou elétrons. Dos núcleos, a maioria são núcleos de hidrogênio, mas existem também alguns mais pesados, chegando até aos núcleos de átomos de chumbo.
Os raios cósmicos viajam pelo espaço praticamente com a velocidade da luz, isso significa que eles têm uma enorme energia. Alguns deles, de fato, são as partículas mais energéticas jamais observadas na natureza. Os de maior energia são uma centena de milhões de vezes mais energéticos do qualquer outra partícula produzida nos maiores aceleradores de partículas do mundo.
Ninguém sabe de onde vêm essas misteriosas partículas. A grande parte dos de menor energia vem do sol e de nossa própria Galáxia, a Via Láctea. Muitos provavelmente vêm de explosões de estrelas, as Supernovas. Algumas vezes, eles devem receber energia de campos magnéticos em movimento, que eles encontram em seu peregrinar incansável pela Galáxia.
Situação atualAtualmente, há evidências de que acima de 1020 eV essas partículas são prótons. Sendo assim, a sua origem não está dentro de nossa galáxia, pois os prótons se propagam em linha reta e as fontes dentro de nossa galáxia seriam rapidamente identificadas. Entretanto, as direções de onde eles vêm têm uma distribuição isotrópica (todas são igualmente prováveis), dentro dos erros estatísticos, mesmo acima de 1020eV onde apenas um punhado de eventos foi registrado.
leia o artigo na integra no portal de física da Unicamp:
http://www.ifi.unicamp.br/~turtelli/rc.html
Os raios cósmicos viajam pelo espaço praticamente com a velocidade da luz, isso significa que eles têm uma enorme energia. Alguns deles, de fato, são as partículas mais energéticas jamais observadas na natureza. Os de maior energia são uma centena de milhões de vezes mais energéticos do qualquer outra partícula produzida nos maiores aceleradores de partículas do mundo.
Ninguém sabe de onde vêm essas misteriosas partículas. A grande parte dos de menor energia vem do sol e de nossa própria Galáxia, a Via Láctea. Muitos provavelmente vêm de explosões de estrelas, as Supernovas. Algumas vezes, eles devem receber energia de campos magnéticos em movimento, que eles encontram em seu peregrinar incansável pela Galáxia.
Situação atualAtualmente, há evidências de que acima de 1020 eV essas partículas são prótons. Sendo assim, a sua origem não está dentro de nossa galáxia, pois os prótons se propagam em linha reta e as fontes dentro de nossa galáxia seriam rapidamente identificadas. Entretanto, as direções de onde eles vêm têm uma distribuição isotrópica (todas são igualmente prováveis), dentro dos erros estatísticos, mesmo acima de 1020eV onde apenas um punhado de eventos foi registrado.
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