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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SEMANA MAIS CULTURA NA UFMS

em quarta-feira, 23 de setembro de 2015

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Cronograma de atividades
Casa de Ciência e Cultura de Campo Grande /
Clube de Astronomia Carl Sagan

Domingo, dia 27/09
Abertura – Concerto, das 19h30 às 20h;
Observação do Eclipse Lunar, a partir de 20h (término previsto: 23h);
"Brincando com a Matemática" - das 20h às 22h.

Segunda-feira, dia 28/09
"Brincando com a Matemática" - das 14 às 18h;
Observação do céu noturno, das 19h às 21h,
com as Astroatividades “Dinâmica dos Planetas” e “Reconhecimento de Constelações no Céu”.

sábado, 31 de maio de 2014

Sexto Encontro de 2014

em sábado, 31 de maio de 2014

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terça-feira, 6 de maio de 2014

Quarto Encontro de 2014

em terça-feira, 6 de maio de 2014

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Segundo Encontro do Clube

em quarta-feira, 2 de abril de 2014

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sábado, 15 de março de 2014

Nicolas Louis de Lacaille

em sábado, 15 de março de 2014

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Nascido em 15 de março de 1713 em Rumigny na França (falecido no dia 21 de marco de 1762 em Paris), o astrônomo francês mapeou as constelações visíveis do Hemisfério Sul, tendo nomeado 14 de todas a 88 constelações atuais. Catalogou aproximadamente 10 000 estrelas, calculou e tabulou uma lista de eclipses para 1800 anos.



Em 1739 Lacaille foi nomeado professor de matemática no Colégio Mazarin, Paris, e em 1741 foi admitido na Academia de Ciências. Ele liderou uma expedição (1750-1754) para o Cabo da Boa Esperança, onde determinou a tempo apenas dois anos as posições de cerca de 10.000 estrelas, muitas ainda referidas por seus números de catálogo. Suas observações na África do Sul da Lua, Vênus e Marte, em conjunto com observações semelhantes já realizadas no Hemisfério Norte, levou ao cálculo dos valores mais precisos para as distâncias entre esses corpos.

Antes de deixar o Cabo, Lacaille mediu o primeiro arco de meridiano na África do Sul. Após o seu regresso à França, em 1754, ele trabalhou sozinho na compilação de seus dados, e excesso de trabalho, aparentemente, apressou sua morte. Sua obra mais importante, Coelum Australe Stelliferum ("catálogo de estrelas do céu do sul") foi publicado postumamente em 1763, um ano após sua morte.

Entre outras obras de sua autoria destacam-se: Lições de Astronomia e Astronomiae Fundamenta (em 1757); Diário Histórico da Viagem ao Cabo da Boa Esperança; escritos vários de Geometria, Óptica, Mecânica e muitos outros.


fontes: http://www.britannica.com/EBchecked/topic/327098/Nicolas-Louis-de-Lacaille
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Louis_de_Lacaille

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Uma Terra a cada Seis Estrelas

em quarta-feira, 3 de abril de 2013

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Pelo menos uma dentre cada seis estrelas tem um planeta do tamanho da Terra.

A busca para determinar se planetas como a Terra são raros ou comuns está dando mais um passo em frente na jornada. Usando o telescópio espacial Kepler da NASA, gerido pela NASA Ames Research Center, os astrônomos estão começando a encontrar planetas do tamanho da Terra orbitando estrelas distantes. Uma nova análise de dados de Kepler mostra que cerca de 17 por cento das estrelas têm um planeta do tamanho da Terra em uma órbita mais próxima do que a de Mercúrio ao Sol.

Os resultados de uma nova análise de dados de Kepler mostram que um em cada seis estrelas tem um planeta do tamanho da Terra em uma órbita apertada. Cerca de um quarto de todas as estrelas da Via Láctea tem uma super-Terra e com a mesma fração tem um mini-Netuno. Apenas cerca de 3 por cento de estrelas têm um Netuno grande, e só 5 por cento um gigante de gás nas distâncias orbitais estudados. Crédito: F. Fressin (CfA)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Alcançada Temperatura Abaixo do Zero Absoluto

em sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

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Zero ABSOLUTO é um termo que impressiona.  Soa como um limite inviolável, além do qual é impossível pensar em qualquer experimento.


Entropia
ivancarlo.blogspot.com.br

A temperatura é definida pela forma como a adição ou a remoção de energia afeta a quantidade de desordem, ou entropia, em um sistema. Para os sistemas nas temperaturas positivas com as quais estamos acostumados, o acréscimo de energia aumenta a desordem: aquecer um cristal de gelo vai fazer com que ele se derreta em um líquido mais desordenado, por exemplo.



Continue a remover energia e você vai chegar cada vez mais perto do zero na escala absoluta, ou escala Kelvin, estabelecido em -273,15 ° C, onde a energia do sistema e a entropia estarão no mínimo.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Céu da Semana

em quarta-feira, 17 de outubro de 2012

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O programa Céu da Semana é produzido pela Univesp TV, em parceria com o Laboratório Aberto de Interatividade da UFSCar. Todas as semanas, Gustavo Rojas apresenta dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos.

O Céu da Semana é um quadro também no Paideia, programa radiofônico sobre cultura científica apresentado ao vivo todas às 3ª feiras, às 18h, na Rádio UFSCar.

Mais noticias podem ser acompanhadas pelo blog http://programapaideia.wordpress.com

aqui temos o episódio 126 sobre Constelações Austrais, com dicas de observação para os dias 15 a 21 de outubro de 2012.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Constelações

em terça-feira, 25 de setembro de 2012

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Constelações são agrupamentos aparentes de estrelas, os quais os astrônomos da antiguidade imaginaram formar figuras de pessoas, animais ou objetos que estivessem relacionados com sua cultura. Numa noite escura, pode-se ver entre 1000 e 1500 estrelas, sendo que cada estrela pertence a alguma constelação. As constelações nos ajudam a separar o céu em porções menores, mas identifica-las no céu é uma tarefa em geral difícil.


Uma constelação fácil de enxergar é Orion, como é vista no Hemisfério Sul. Para identificá-la devemos localizar três estrelas próximas entre si, de mesmo brilho e alinhadas. Elas são popularmente chamadas Três Marias e formam o cinturão da constelação de Orion, o caçador. A constelação tem a forma de um quadrilátero com as Três Marias no centro.

O vértice nordeste do quadrilátero  é formado pela estrela avermelhada Betelgeuse, que marca o ombro direito do caçador. 


O vértice sudoeste do quadrilátero é formado pela estrela azulada Rigel, que marca o pé esquerdo de Orion. Estas são as estrelas mais brilhantes da constelação. Como vemos, no Hemisfério Sul Orion aparece de ponta cabeça.

Segundo a lenda, Orion estava acompanhado de dois cães de caça, representadas pelas constelações do Cão Maior e do Cão Menor. A estrela mais brilhante do Cão Maior, a Sírius, é também a estrela mais brilhante do céu e é facilmente identificável a sudeste das Três Marias.
Procyon é a estrela mais brilhante do Cão Menor e aparece a leste das Três Marias. Betelgeuse, Sírius e Procyon formam um
grande triângulo de estrelas de brilhos semelhantes, como se pode ver no diagrama abaixo:










As estrelas de brilhos  diferentes são representadas por círculos de tamanhos diferentes.
As constelações surgiram na antiguidade para ajudar a identificar as as estações do ano. Por exemplo, a constelação do Escorpião tão tipica do inverno do Hemisfério Sul, já que em junho ela é visível a noite toda.
Já Órion é visível a noite toda em dezembro e, portanto, típica do verão do hemisfério sul. Alguns historiadores suspeitam que muitos dos mitos associados às constelações foram inventados para ajudar os agricultores a lembrarem quando deveriam plantar e colher.



As constelações mudam com o tempo, e em 1929 a União Astronômica Internacional adotou 88 constelações oficiais, de modo que cada estrela do céu faz parte de uma constelação. Cada constelação tem sua coordenada.





sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Projeto HAARP (questões)

em sexta-feira, 14 de setembro de 2012

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O Projeto HAARP (The High Frequency Active Auroral Research Program) tem sido alvo da mídia sensacionalista, alegações de que se trata de uma poderosa arma militar capaz de controlar o clima, provocar terremotos e controlar a mente das pessoas, porém a comunidade cientifica parece discordar.

Neste texto extraído da homepage do Projeto HAARP vamos aprender um pouco sobre o empreendimento. Continue lendo o post:


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O METEORITO DE BENDEGÓ

em sexta-feira, 31 de agosto de 2012

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O Meteorito de Bendegó é o maior meteorito brasileiro já encontrado, tem dimensões de 2,2m x 1,45m x 0,54m. Foi achado em 1784 por um menino chamado Bernardino da Mota Botelho enquanto este cuidava do gado de sua família, seu pai Joaquim da Motta Botelho informou as autoridades da época sobre a grande pedra encontrada.

O governador da Bahia, muito interessado na descoberta e crendo que se tratava de uma pedra composta de ouro e prata, encarregou a tarefa de trazer a pedra para a capital Salvador ao Capitão-Mor de Itapicurú, Bernardo Carvalho da Cunha. A primeira tentativa de remoção do artefato se deu em 1785 mas fracassou quando a carroça que levava o meteorito despencou desfiladeiro abaixo 180m do ponto de queda até o leito do riacho de Bendegó, não tendo meios de retira-la do leito ela foi la abandonada.


Em 1810, o químico A. F. Mornay, contratado pelo governo da Bahia para investigar fontes de água mineral, visitou o local, retirou amostras para análise, vindo a constatar mais tarde que o artefato era um meteorito de verdade, composto de ferro e 6,5% de níquel.

Em 1883 o professor Orville Derby, do Museu Nacional, tomando conhecimento do meteorito contatou o engenheiro da Estrada de Ferro Inglesa (British Rail Road) , que construía uma extensão da estrada de Monte Santo a Salvador, que o notificou que, em breve, a estrada alcançaria o ponto mais próximo ao meteorito, ou seja, cerca de 100 km de distância, em terrenos montanhosos. Contudo, os custos do transporte estariam bem acima das possibilidades do Museu.

"Em 1886, o Imperador D. Pedro II tomou conhecimento do fato pela Academia de Ciências de Paris, durante uma visita à França, prontificando-se a providenciar o transporte de peça tão importante para o Rio de Janeiro, assim que retornasse ao Brasil. O Imperador chamou o Sr. José Carlos de Carvalho, um oficial aposentado da Guerra do Paraguai, primo do engenheiro da Estrada de Ferro Inglesa contatado por Derby anos antes. Informando-se das possibilidades do transporte, José Carlos de Carvalho procurou apoio da Sociedade Brasileira de Geografia, a qual tomou todas as providências para que o transporte fosse efetuado. A Sociedade encarregou-se, principalmente, da parte financeira, conseguida por intermédio de um generoso patrocínio do Barão de Guahy...".

A remoção foi conseguida em 1887, a custa de muito esforço e dedicação dos integrantes da expedição que levou 126 dias para conseguir entrega-lo na estação de Jacuricy onde foi realizado uma cerimônia e construído um memorial, tudo registrado pelo Cap. Carvalho em seu relatório de viagem.

Após algumas exposições foi levado para o Museu Nacional no Rio de Janeiro onde se encontra em exposição.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Observação nesse final de semana!

em quinta-feira, 23 de agosto de 2012

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Venha observar a Lua na Feira Central de Campo Grande!
Visita aberta ao público, sábado 25/08, das 18h às 21h.

Entrada franca.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Jornal Principia 7ªed.

em segunda-feira, 20 de agosto de 2012

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O informativo Principia é um projeto de extensão vinculado ao programa Casa da Ciência de Campo Grande da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Através dele, temos um compromisso com o conhecimento, tornando-o acessível a toda a comunidade por meio de um informativo que possa ser lido por todos. Com a divulgação das atividades do programa e de outras ações de extensão da UFMS e de Mato Grosso do Sul, procuramos democratizar as comunicações e o acesso aos saberes científicos, fazendo deste um espaço para a manifestação da cultura local e regional.  Confira a versão digital dele clicando na imagem abaixo.

Jornal Principia 7ªed.

domingo, 19 de agosto de 2012

Dez fatos pouco conhecidos sobre o Sistema Solar

em domingo, 19 de agosto de 2012

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Professor de astronomia lista curiosidades sobre o universo. Planeta Terra está dentro do Sol e há vulcões de água em satélites


(O Globo) Sabia que o planeta mais quente não é o mais próximo do Sol? E que há rochas de Marte que caíram no planeta Terra? Professor de astronomia do Community College of Aurora, Victor Andersen listou no portal Earth Sky "dez coisas que você pode não saber sobre o Sistema Solar".


Escala de tamanho entre a Terra e o Gigante gasoso Júpiter.


1) O planeta mais quente não é o mais próximo do Sol: — Muitas pessoas sabem que Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. É normal assumir, portanto, que é o mais quente do Sistema Solar. Mercúrio não tem, porém, uma atmosfera, ou seja, não possui uma manta térmica para ajudar a manter o calor da estrela. Vênus, por outro lado (30 milhões de quilômetros mais longe do Sol do que o vizinho), está envolto em uma atmosfera espessa (cem vezes mais do que a Terra) e é constituído quase inteiramente por dióxido de carbono, um gás de efeito estufa. A temperatura máxima pode chegar a 468º C, que derrete estanho e chumbo."

2) Plutão é menor do que os EUA: — A maior distância entre os estados americanos é de quase 4.670 quilômetros (do norte da Califórnia ao Maine). Pelas estimativas atuais, Plutão tem apenas pouco mais de 2.253 quilômetros de diâmetro, menos da metade da largura dos Estados Unidos."


3) George Lucas não entende muito sobre "campos de asteroides": — Em muitos filmes de ficção científica as naves espaciais são ameaçadas por campos de asteroides  Na realidade, o cinturão de asteroides que conhecemos existe apenas entre Marte e Júpiter e, embora existam dezenas de milhares deles, estão bastante espaçados e a probabilidade de colidir com um é pequena."


4) Você pode ter vulcões com a água como magma:— Mencionam vulcões e todos pensam imediatamente no Monte Vesúvio ou talvez na caldeira de lava do Mauna Loa, no Havaí. Afinal, tais fenômenos exigem rocha derretida chamada lava, certo? Não é verdade. Um vulcão se forma quando um reservatório subterrâneo de um mineral ou de gás quente irrompe sobre a superfície de um planeta. Na lua de Saturno (Enceladus) e na lua de Netuno (Triton) a força motriz é o bom e velho gelo. A água se expande quando se congela e uma enorme pressão pode se acumular, como um vulcão na Terra."

5) O fim do Sistema Solar é mil vezes mais distante do que Plutão:— Ensina-se que o Sistema Solar vai até a órbita de Plutão. Hoje, questiona-se até a o fato deste planeta ser realmente um planeta, mas a impressão continua. Ainda assim, já descobrimos vários objetos que orbitam o Sol e são consideravelmente mais distantes que Plutão."

6) Quase tudo na Terra é um elemento raro:— A composição elementar da Terra é na maior parte oxigênio, ferro, silício, magnésio, enxofre, níquel, cálcio, sódio e alumínio. Embora tais elementos tenham sido detectados em diversas partes do universo, são ofuscados pela abundância esmagadora de hidrogênio e hélio. "


7) Existem rochas de Marte na Terra (e não trouxemos aqui!):— A análise química de meteoritos encontrados na Antártica, no deserto do Saara e em outros lugares provou, por vários meios, que se originaram em Marte. Alguns contêm bolsões de gás quimicamente idênticos à atmosfera marciana."

8) Júpiter tem o maior oceano de todo o planeta:— Orbitando em um espaço frio e cinco vezes mais distante do Sol que a Terra, Júpiter manteve níveis bem mais elevados de hidrogênio e hélio quando se formou do que o nosso planeta, Na verdade, é composto principalmente destes dois elementos. Dada a massa e a composição química, o hidrogênio se transforma em líquido. Modelos de computador mostram que não apenas tem o maior oceano conhecido do Sistema Solar, como tem cerca de 40 mil quilômetros de profundidade."


9) Mesmo organismos muito pequenos podem ter luas:— Antigamente pensava-se que apenas objetos grandes, como planetas, poderiam ter satélites naturais. Em 1993, porém, a sonda Galileu passou a 32 quilômetros de distância do asteróide Ida e descobriu uma lua de 1.600 metros de largura, o Dactyl. Desde então foram descobertos satélites em cerca de 200 outros objetos menores."



10) Nós vivemos dentro do Sol:— Normalmente pensamos o Sol como aquela bola grande de luz quente bem distante. Só que, na verdade, a atmosfera externa da estrela se estende muito além de sua superfície visível. Nosso planeta orbita dentro dela. As auroras solares já foram observadas em Júpiter, Saturno, Urano e Netuno." 



Fonte: AsSisS

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Alpha Centauri

em quinta-feira, 5 de julho de 2012

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O clarão de Alpha Centauri, uma das estrelas mais brilhantes no céu do planeta Terra à noite na região sul. A apenas 4,3 anos-luz de distancia, Alpha Centauri na verdade consiste de um sistema múltiplo de estrelas semelhantes ao Sol, enlaçadas numa dança perpétua.

domingo, 3 de junho de 2012

Imagens Trânsito de Vênus

em domingo, 3 de junho de 2012

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No site Apod da Nasa podemos ver algumas imagens interessantes fotografadas ao longo dos anos quando nosso mundo  irmão Vênus eclipsou o Sol.  Está imagem ao lado é de autoria de David Cortner, corresponde ao último trânsito que Vênus está fazendo em frente ao Sol até 2117.

Outras aparições de Vênus:


sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Tríplice Encontro das Nebulosas de Sagitário.

em sexta-feira, 1 de junho de 2012

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Estas três nebulosas brilhantes são frequentemente apresentados em trilhas espaciais pela constelação de Sagitário e nos densos campos estelares do centro Via Láctea.


No século 18, o astrônomo Charles Messier catalogou apenas dois deles, o M8(a grande nebulosa à esquerda do centro), M20(colorido à direita) e o terceiro a NGC 6559(acima de M8), separada da maior nebulosa por uma faixa de gás e poeira escura.



Todos os três são berçários estelares cerca de cinco mil anos-luz distantes da Terra.

O M8 é expansivo, com mais de uma centena de anos-luz de diâmetro, também é conhecida como a Nebulosa da Lagoa. O apelido popular da M20 é Trífida, o gás hidrogênio brilhante cria a cor vermelha dominante nessas nebulosas de emissão, contrastando com tons de azul bem marcantes na Trífida devido ao pó interestelar que reflete a luz de suas estrelas.



Esta paisagem do céu é ampla e também inclui um dos aglomerados abertos de estrelas M21, um pouco acima e à direita do Trífida.







fonte: Imagem Astronômica do Dia
créditos da foto: Martin Pugh

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Cinquenta anos do méson pi

em segunda-feira, 23 de abril de 2012

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Em 1947, foi estabelecida a existência do méson pi. Um dos autores dessa pesquisa foi o físico brasileiro César Lattes. Todos sabem que essa foi uma importante descoberta. Mas, afinal, o que são realmente esses tais de mésons pi? E o que mudou na física, quando eles foram encontrados?

 A descoberta do méson pi foi um passo fundamental na compreensão do mundo sub-atômico. Ao longo do século XX, as ideias sobre a matéria foram se tornando gradualmente mais complexas. Os átomos são constituídos por elétrons e núcleos. O núcleo contém partículas de carga positiva (prótons) e outras sem carga elétrica (nêutrons). O que prende os prótons e os nêutrons uns aos outros para formar o núcleo? Eles não podem se atrair eletricamente – pelo contrário, os prótons se repelem uns aos outros. As forças gravitacionais são muito menores do que as forças elétricas repulsivas. Era necessário supor um novo tipo de forças nucleares, mais fortes do que a repulsão elétrica, para manter a coesão do núcleo.

Continue lendo no link abaixo:

Cinquenta anos do méson pi 


sábado, 14 de abril de 2012

Divulgação científica de alto nível.

em sábado, 14 de abril de 2012

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Rádio da Universidade
1080 KHz

 

todas as segundas-feiras às 13h00
Um programa que explica como funciona a Ciência

Numa atmosfera descontraída - como numa roda de mate - cientistas conversam sobre assuntos do momento e tentam preencher as lacunas deixadas pelo sistema educacional e pela desinformação dominante na mídia.

Por que saber é um direito de todos.
Este é um excelente programa radiofônico que conta com uma equipe de Produção muito especial.

Especialistas na divulgação científica além de pesquisadores, todos da equipe de produção são professores da UFRGS.
O que dá ao programa calorosas e informativas discussões sobre variados temas atuais. Além de fornecer, peculiares informações de como anda a ciência no Mundo e Principalmente no Brasil, desde de sua divulgação até a pesquisa pura e Aplicada.

Todo os programas são arquivados na Página: Fronteiras da Ciência

Coloco neste post, um Programa especial, o episódio 33(07nov2011) Sobre a Vida e obra de Carl Sagan.
(comemoração ao dia nacional de Carl Sagan, comemorado no começo de Novembro)


 "Vivemos em uma sociedade curiosamente dependente de ciência e tecnologia, na qual quase ninguém sabe coisa alguma sobre ciência e tecnologia".


 
 
  Veja  Alguns dos muitos programas disponíveis.

(2010) Vida Extraterrestre, Astrologia, Mulheres na Ciência, Eram os deuses astronautas?.
(2011) Origem da Vida, Exoplanetas, Mitos da Lua, Ficção científica, Matéria Escura.
(2012) "2012" , Nanotecnologia II.

Fonte: http://frontdaciencia.ufrgs.br/


   

terça-feira, 10 de abril de 2012

ESO na Rede Cultura de Televisão.

em terça-feira, 10 de abril de 2012

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Toda Domingo as 19:00 horas vai ao ar o programa "Matéria de Capa" na Rede Culta de Televisão, exibindo sempre um especial sobre um único tema.

A Rede Cultura que sempre incentivou a divulgação da ciência nos surpreende novamente com a equipe do Matéria de capa, sendo a primeira equipe televisivo brasileira a visitar as instalações do Projeto ESO.




Veja noticias da ESO clicando aqui (direcionada para Portugal).
TOPO