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terça-feira, 12 de maio de 2015

NASA e ESA dizem que ir a Marte é um sonho distante

em terça-feira, 12 de maio de 2015

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Com informações da New Scientist - 12/05/2015

Segundo a NASA e a ESA, o pouso em Marte estará limitado à ficção científica ainda por várias décadas.[Imagem: NASA]

Sonho


O sonho de um ver um humano pisando em Marte pela primeira vez vai demorar bem mais do que se esperava.

Ao menos isto foi o que declararam os líderes das duas maiores agências espaciais do mundo, a NASA e a ESA (Agência Espacial Europeia).

Apesar dos planos para pousar no Planeta Vermelho anunciados por empresas como a SpaceX e a Mars One, esta alardeando uma viagem sem volta a Marte, os executivos da NASA e da ESA afirmaram que teremos que esperar décadas para que os seres humanos caminhem em solo marciano.

"Nenhuma empresa comercial vai chegar a Marte sem o apoio da NASA e do governo," disse o administrador da NASA e ex-astronauta Charles Bolden, durante uma audiência do Comitê de Ciência, Espaço e Tecnologia do Congresso norte-americano.

E a NASA não assume uma data firme para suas próprias tentativas. Os planos já divulgados falam em pousar em Marte na década de 2030, mas ainda não há financiamento garantido. A agência está planejando começar o treinamento para uma missão no espaço profundo capturando um pequeno pedregulho de um asteroide maior em 2025.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Marte: O planeta que já foi vermelho e azul

em quarta-feira, 11 de março de 2015

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Com informações do ESO

Esta concepção artística mostra como
Marte poderia ter sido quando ainda
tinha um oceano. [Imagem: ESO/M. Kornmesser/N. Risinger]

Oceano que evaporou


Um oceano primitivo em Marte continha mais água do que o Oceano Ártico na Terra e cobria uma porção da superfície do planeta maior do que a coberta pelo Oceano Atlântico terrestre.

Uma equipe internacional de astrônomos monitorou a atmosfera do planeta e mapeou as propriedades da água em diversas regiões da atmosfera de Marte durante um período de seis anos.

Segundo a equipe, há cerca de quatro bilhões de anos, o planeta Marte devia ter água suficiente para cobrir toda a sua superfície com uma camada líquida de cerca de 140 metros de profundidade, mas o mais provável é que o líquido tenha-se juntado para formar um oceano que ocuparia quase metade do hemisfério norte de Marte, onde algumas regiões teriam atingido uma profundidade de mais de 1,6 quilômetro.

"Nosso estudo nos dá uma estimativa robusta da quantidade de água que Marte teve no passado, através da determinação da quantidade de água que se perdeu no espaço," explicou Geronimo Villanueva, cientista do Centro Goddard da NASA.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Névoa misteriosa surge na atmosfera de Marte

em terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

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[Imagem: W. Jaeschke/D. Parker]

Nuvem misteriosa de Marte


Astrônomos amadores fizeram uma descoberta em Marte que está deixando os astrônomos profissionais com a pulga atrás da orelha.

Observada pela primeira vez em 2012, uma espécie de névoa apareceu orbitando ao redor do planeta apenas uma outra vez e depois desapareceu.

Ao analisar imagens da misteriosa neblina, os cientistas da Agência Espacial Europeia descobriram que ela é a maior já vista e se estende por mais de 1.000 quilômetros.

Em artigo publicado na revista Nature, eles dizem que a pluma poderia ser uma grande nuvem ou uma aurora excepcionalmente brilhante. Mas deixam claro que ambas as hipóteses são difíceis de serem comprovadas.

"Essa descoberta traz mais perguntas do que respostas", disse Antonio Garcia Munoz, cientista da Agência Espacial Europeia.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Uma breve história dos voos espaciais - em números

em terça-feira, 27 de maio de 2014

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Com informações da New Scientist

Trinta e um astronautas têm as horas no espaço que teriam gasto em uma viagem de ida e volta a Marte.

Esta é apenas uma das revelações interessantes de uma plotagem de dados dos 52 anos de história da humanidade no espaço.

Para fazer a compilação, Gilles Clément e Angelia Bukley, da Universidade Espacial Internacional, na França, usaram informações publicamente disponíveis liberadas pelos programas espaciais dos EUA, Rússia e China.

Entre 12 de abril de 1961, quando Yuri Gagarin deu uma única volta ao redor da Terra a bordo da Vostok- 1, e dezembro de 2013, eles contaram os seres humanos que foram ao espaço, o tempo que eles passaram lá e quem eles eram.

Nós escolhemos os seis resultados mais interessantes, e então os colocamos em contexto, comparando-os com outras informações.

1. Astronautas são tão comuns quanto cientistas que ganharam o prêmio Nobel


Até 31 de dezembro de 2013, 539 pessoas haviam ido para o espaço, definido como chegar a uma altitude de 100 quilômetros ou mais. São cerca de 10 por ano, mais ou menos equivalente às 566 pessoas que já ganharam um prêmio Nobel em Física, Química e Fisiologia ou Medicina.

A análise de Clément e Bukley não incluiu os dois "astronautas comerciais" que pilotaram a SpaceShipOne em 2004, que ficaram no espaço por apenas alguns minutos.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Eclipse Lunar em Campo Grande

em segunda-feira, 14 de abril de 2014

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As 00:53h começa oficialmente o eclipse lunar, a partir das 01:58 observadores a olho nu poderão contemplar o inicio do eclipse parcial. As 03:06 da manhã a lua estará completamento envolta em um misto de escuridão e tons vermelhos devido a refração dos raios solares pela atmosfera da Terra.


O pico do eclipse total será as 03:45 e voltara a ser penumbral as 04:24, e por fim terminando as 06:37 da manhã, porém em Campo Grande só poderemos ver até as 05:40 pois a Lua desapareça no horizonte oeste.

Para quem quiser observar outros corpos celestes, teremos Marte a esquerda da Lua durante a noite toda e o planeta saturno seguindo a dupla um pouco mais afastado, como pode ser observado na imagem abaixo.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Segundo Encontro do Clube

em quarta-feira, 2 de abril de 2014

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Sonda MAVEN parte em busca da atmosfera perdida de Marte

em terça-feira, 19 de novembro de 2013

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Os oito instrumentos científicos da MAVEN vão tentar explicar como o planeta vermelho perdeu sua atmosfera.[Imagem: NASA]

A NASA lançou hoje a sonda espacial MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution), deverá chegar a Marte em Setembro de 2014.

O grande objetivo da missão é estudar as mudanças climáticas do planeta e tentar responder à questão crucial sobre o planeta vermelho: Se Marte já teve uma atmosfera, como ele a perdeu?

Todos os estudos feitos até agora parecem indicar que Marte foi um planeta rico em água no passado remoto, mas hoje é totalmente seco e possui uma atmosfera com uma densidade equivalente a 1% da densidade da atmosfera terrestre.

Analisando a atmosfera superior do planeta e medindo as taxas atuais de perda atmosférica, os oito instrumentos científicos da MAVEN poderão lançar alguma luz sobre essa hipotética transição de Marte, de um planeta quente e úmido, para o mundo deserto e frio registrado pelos robôs que andam em sua superfície.

A sonda também deverá aumentar a capacidade de comunicação dos robôs Curiosity e Opportunity, atualmente na superfície de Marte.

"A sonda MAVEN vai se juntar às nossas sondas e rovers já em Marte para explorar uma outra faceta do planeta vermelho e nos preparar para missões humanas até lá por volta de 2030," disse o administrador da NASA, Charles Bolden.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Índia lança sonda Mangalyaan rumo a Marte

em quinta-feira, 7 de novembro de 2013

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Corrida espacial asiática
[Imagem: ISRO]


A Índia lançou no dia 05/10 com sucesso sua primeira missão a Marte.

A sonda Mangalyaan (veículo de Marte) permanecerá em órbita da Terra até 1º de dezembro, quando seus motores serão acionados para aproveitar a janela de proximidade de Marte com a Terra.

Começará então a jornada de 400 milhões de quilômetros, que deverão ser percorridos em 300 dias. A expectativa é que a Mangalyaan chegue a Marte em 24 de setembro de 2014.

Se todas as etapas forem cumpridas com sucesso, a Índia passará ao seleto grupo de países com tecnologia para exploração interplanetária.

Apenas Estados Unidos, Rússia e União Europeia conseguiram enviar sondas a Marte até agora.

O Japão (2003) e a China (2011) também tentaram, mas sem sucesso. Por isso, já se fala em uma "corrida espacial asiática".

Superar a China não será um feito pequeno para o programa espacial indiano, que conta com 16 mil cientistas e um orçamento de US$ 1 bilhão.

Metano de Marte


A sonda Mangalyaan pesa 1.340 quilos e leva cinco instrumentos para estudar a topografia, a mineralogia e a atmosfera de Marte.

Como vem sendo construído há vários anos, o projeto indiano centrou-se sobretudo na procura por metano.

Em 2009, a NASA anunciou a descoberta de volumes enormes de metano na atmosfera de Marte.

Contudo, em Setembro deste ano, quando a Mangalyaan já estava pronta, o robô Curiosity desmentiu as conclusões anteriores:


Fonte: Inovação Tecnológica

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Cometa pode se chocar com Marte em 2014

em sexta-feira, 11 de outubro de 2013

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NASA/JPL-Caltech/UCLA
O cometa recém-descoberto te diâmetro entre 8 e 50km.

Por Joe Rao e Space.com

Um cometa recém-descoberto parece estar a caminho de passar muito perto do planeta Marte em outubro de 2014, e existe uma chance – ainda que pequena – de colidir com o planeta.
O novo cometa C/2013 A1 (Siding Spring) foi descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo escocês-australiano Robert H. McNaught, um prolífico observador de cometas e asteroides que tem 74 descobertas de cometas no currículo.
McNaught é um dos participantes do Siding Spring Survey, um programa que caça asteroides que podem se aproximar muito da Terra. Descobriu o novo cometa usando o Telescópio Uppsala Schmidt, de50 metros, no Observatório Siding Spring,em New South Wales, na Austrália.
Imagens anteriores à descoberta do cometa, feitas em 8 de dezembro de 2012 pelo Catalina Sky Survey, no Arizona, foram encontradas rapidamente. Como o cometa foi descoberto como parte de sua busca por asteroides, ele tem o nome do observatório, Siding Spring. Oficialmente ele está catalogado como C/2013 A1.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Marcianos não encontrados: Curiosity não encontra metano em Marte

em sexta-feira, 20 de setembro de 2013

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O instrumento TLS (Tunable Laser Spectrometer),
montado no robô Curiosity, não encontrou
qualquer sinal de metano em Marte.
[Imagem: NASA]
O robô Curiosity não encontrou qualquer sinal de metano na atmosfera de Marte.

O resultado foi recebido como um balde de água fria pelos pesquisadores, uma vez que dados anteriores, coletados por sondas espaciais e telescópios, foram interpretados como detecções positivas e muito significativas.

A presença de metano na atmosfera de Marte é uma questão de grande interesse porque o metano pode ser um sinal potencial de vida, embora o gás também possa ser produzido por fontes não biológicas.

Na Terra, cerca de 90% do metano presente na atmosfera é emitido por coisas vivas ou restos de vida passada.

O gás também pode ser produzido por processos geológicos ou pode ser trazido por asteroides ou cometas.

Os instrumentos do Curiosity analisaram amostras da atmosfera marciana em busca do metano seis vezes, de outubro de 2012 até junho de 2013 - e todos os resultados foram iguais: zero metano.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Rios Marcianos

em sexta-feira, 3 de maio de 2013

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Uma impressionante imagem registrada pela sonda europeia Mars Express reforça ainda mais a hipótese de que a água líquida já correu pela superfície marciana. A cena mostra um gigantesco leito sinuoso com 1500 km de comprimento, provavelmente de um antigo rio do tamanho do Rio Solimões.

Marte rio com 1500 km

Sempre que uma imagem em alta resolução do Planeta Vermelho é divulgada, chama a atenção as similaridades geológicas entre Marte e a Terra. São vales, montanhas e outras feições que lembram bastante os nossos desertos e que poderiam facilmente se passar por paisagens terrestres. 

Além disso, as estruturas sinuosas e as ravinas são muitos semelhantes àquelas encontradas aqui na Terra e produzidas pela erosão causada pela água, o que faz os cientistas acreditarem cada vez mais que a água líquida já correu na superfície do planeta.

Marte: Rell Vallis

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Curiosity faz sua primeira perfuração em solo marciano

em sábado, 2 de fevereiro de 2013

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O jipe-robô Curiosity, que desembarcou em Marte há cinco meses e acaba de estrear mais um dos dez equipamentos científicos de que dispõe. Trata-se de uma espécie de escova especial que consegue remover a poeira avermelhada de pedras e pequenas áreas do solo.

A primeira operação de perfuração do Curiosity é martelar um furo de teste em uma rocha plana no local onde o veículo se encontra estacionado atualmente, rocha essa que pertence a um afloramento com um certo interesse científico, ou seja, rochas com veios de minerais e que recebeu o nome de John Klein.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Rússia e ESA prontas a assinar acordo sobre projeto ExoMars

em segunda-feira, 26 de novembro de 2012

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© Colagem: Voz da Rússia


A Rússia e a Agência Espacial Europeia (ESA) assinarão até o fim do ano um acordo sobre a exploração conjunta do Planeta Vermelho, comunicou o chefe da Agência Espacial da Rússia (Roskosmos), Vladimir Popovkin, que na próxima semana terá um encontro com o dirigente da ESA, Jean-Jacques Dordain, para discutir os pormenores definitivos do projeto ExoMars.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Curiosity não encontra metano em Marte

em terça-feira, 6 de novembro de 2012

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Demonstração do funcionamento do equipamento que não encontrou metano em Marte - O Curiosity possui 10 instrumentos voltados para a busca de sinais de vida microbiana no planeta.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Sinais de vida


A primeira tentativa de rastrear o gás metano em Marte terminou em decepção.

Embora possa ser produzido por fontes abióticas, o metano na Terra é produzido primariamente por fontes biológicas.

Em 2009, a NASA anunciou com estardalhaço a descoberta de metano em Marte, com medições feitas a partir de telescópios terrestres.

Isso gerou grande expectativa pelas medições a serem realizadas pelo robô Curiosity, que levou a bordo equipamentos de última geração para detectar traços de elementos com concentrações tão baixas quanto 1 parte por bilhão (ppb).

As simulações indicavam que o instrumento SAM (Sample Analysis at Mars) deveria encontrar metano em concentrações entre 20 ppb e 35 ppb.

Mas, depois de fazer e refazer quatro análises de duas amostras, o resultado foi zero.

Metano zero


Devido às incertezas nas medições, os cientistas afirmam que os resultados indicam que o metano em Marte "pode existir entre 0 e 5 ppb, com 95% de certeza".

Mas mesmo esse limite superior (5 ppb) seria baixo demais para todas as hipóteses levantadas até agora envolvendo vida bacteriana.

"O metano claramente não é um gás abundante na região da Cratera Gale, se é que ele existe. Neste ponto da missão nós estávamos muito entusiasmados com a busca por metano," disse o cientista Chris Webster, durante uma conferência promovida pela NASA onde ninguém conseguiu disfarçar o desapontamento.

Mas os cientistas da missão afirmam que a questão ainda está em aberto, e que os resultados podem mudar com novas medições e, sobretudo, com o uso de outros equipamentos do Curiosity - o robô possui 10 instrumentos voltados para a busca de sinais de vida microbiana em Marte.


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