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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Avistados dois grandes objetos na borda do Sistema Solar

em sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

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Este objeto foi localizado perto de Alfa Centauro. [Imagem: R. Liseau et al.]

Planeta X?


Astrônomos podem ter encontrado os primeiros indícios de um hipotético e lendário Planeta X, que se acredita existir nos confins do Sistema Solar.

A NASA vem tentando encontrar o Planeta X há algum tempo, mas o ânimo entre os astrônomos aumentou depois que a possibilidade da existência de mais dois planetas gigantes bem para lá de Plutão foi demonstrada em meados do ano passado.

Agora, duas equipes, trabalhando independentemente, anunciaram observações que podem indicar a existência de dois grandes corpos celestes ainda desconhecidos.

Os dados ainda precisarão ser confirmados, mas o anúncio já fez toda a comunidade astronômica dirigir seus telescópios para as regiões indicadas.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Via Láctea pode ser 50% maior do que se calculava

em sexta-feira, 27 de março de 2015

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O que se pensava serem discos de estrelas ao redor da galáxia podem ser ondulações. [Imagem: Yan Xu et al. - 10.1088/0004-637X/801/2/105]

Corrugada


A Via Láctea pode ser pelo menos 50% maior do que se estimava até agora.

Isto porque o disco galáctico parece ter contornos na forma de várias ondas concêntricas.

A conclusão é de uma equipe internacional que utilizou dados astronômicos coletados pelo projeto SDSS (Sloan Digital Sky Survey), responsável pela elaboração da maior imagem já feita do Universo.

"Em essência, o que descobrimos é que o disco da Via Láctea não é simplesmente um disco de estrelas em uma superfície plana - ele é ondulado," explica o professor Heidi Newberg, do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos.

"Como [essas ondas] se irradiam a partir do Sol, nós vemos pelo menos quatro ondulações no disco da Via Láctea. Embora só possamos olhar para uma parte da galáxia com esses dados, assumimos que este padrão será encontrado em todo o disco," acrescenta.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Metade das estrelas pode estar fora das galáxias

em sexta-feira, 7 de novembro de 2014

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Este gráfico ilustra como a equipe mediu um brilho difuso de infravermelho preenchendo de luz os espaços entre as galáxias. Em primeiro lugar, imagens do céu foram coletadas em vários voos de foguetes - uma pequena parte da imagem é mostrada à esquerda. O próximo passo foi remover todas as estrelas e galáxias conhecidas. Os dados restantes revelam padrões de grande escala de luz com aglomerados que são maiores do que as próprias galáxias (centro). Suavizando os dados, é possível ver os padrões de grande escala (à direita).[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Luz de Fundo Extragaláctica


Astrônomos acreditam ter encontrado indícios de que metade das estrelas do Universo não faz parte de galáxias, vagando isoladas pelo enorme espaço intergaláctico.

Há muito se debate a origem da "Luz de Fundo Extragaláctica" (LFE) - as galáxias conhecidas não emitem luz suficiente para explicar todo o brilho que é captado quando observamos o céu - essa radiação fica na faixa infravermelha do espectro.

Há cerca de 10 anos, uma equipe usou dados do telescópio espacial Spitzer para concluir que esse brilho de fundo tinha sido emitido pelas galáxias primordiais, há muito tempo destruídas ou fundidas para formar a atual população de galáxias conhecidas.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Matéria Escura pode ter causado extinção dos dinossauros?

em sexta-feira, 25 de abril de 2014

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Com informações da Nature e New Scientist - 25/04/2014


Será a matéria escura responsável pelas "ondas de escuridão" que marcam as extinções em massa na Terra? [Imagem: APS/Alan Stonebraker]

Cometas e matéria escura


Dois físicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, estão propondo que a extinção dos dinossauros, e várias outras extinções em massa na Terra, podem ter sido causadas por cometas arremessados pela matéria escura.

É um cenário ainda longe de uma demonstração convincente, mas os argumentos parecem fazer sentido - o artigo que propõe a teoria foi aceito para publicação na principal revista de física do mundo.

Na verdade, embora a sequência de eventos que ligariam a matéria escura aos dinossauros, ou mesmo aos cometas, ainda seja muito tênue, a teoria parece estar agradando porque reúne duas grandes questões em aberto: a identidade da matéria escura e se existe um padrão para a queda de cometas na Terra.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Segundo Encontro do Clube

em quarta-feira, 2 de abril de 2014

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Sonda Voyager 1 deixa Sistema Solar e entra no espaço interestelar

em quarta-feira, 18 de setembro de 2013

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A Voyager 1 é o primeiro objeto fabricado pelo homem a chegar ao espaço interestelar, fora da zona de influência da nossa estrela.[Imagem: NASA]

Sonda interestelar


Em uma disputa acadêmica que promete entrar para os anais da ciência, a NASA admitiu oficialmente que a sonda Voyager 1 deixou o Sistema Solar.

Lançada em 1977, agora a uma distância de quase 20 bilhões de quilômetros do Sol, a Voyager 1 é o primeiro objeto fabricado pelo homem a chegar ao chamado espaço interestelar, fora da zona de influência da nossa estrela.

Os dados indicam que a sonda espacial deixou a chamada heliosfera, a "bolha" de partículas carregadas e quentes que envolvem o Sistema Solar, entrando em uma região mais fria.

Os instrumentos da Voyager indicam que a densidade do plasma ao seu redor agora é consistente com as previsões teóricas sobre como deve ser o espaço interestelar.

Os dados coletados entre 9 de Abril e 22 de Maio deste ano indicam que a Voyager 1 está em uma região do espaço com uma densidade de elétrons de 0,08 por centímetro cúbico - os modelos descrevem o espaço interestelar com uma densidade entre 0,05 e 0,22 elétrons por centímetro cúbico.

Contudo, os dados mostraram leituras semelhantes desde Agosto de 2012 - a conclusão final da equipe é que a Voyager 1 deixou o Sistema solar exatamente no dia 25 de Agosto de 2012.

É aí que a controvérsia começa.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Rios Marcianos

em sexta-feira, 3 de maio de 2013

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Uma impressionante imagem registrada pela sonda europeia Mars Express reforça ainda mais a hipótese de que a água líquida já correu pela superfície marciana. A cena mostra um gigantesco leito sinuoso com 1500 km de comprimento, provavelmente de um antigo rio do tamanho do Rio Solimões.

Marte rio com 1500 km

Sempre que uma imagem em alta resolução do Planeta Vermelho é divulgada, chama a atenção as similaridades geológicas entre Marte e a Terra. São vales, montanhas e outras feições que lembram bastante os nossos desertos e que poderiam facilmente se passar por paisagens terrestres. 

Além disso, as estruturas sinuosas e as ravinas são muitos semelhantes àquelas encontradas aqui na Terra e produzidas pela erosão causada pela água, o que faz os cientistas acreditarem cada vez mais que a água líquida já correu na superfície do planeta.

Marte: Rell Vallis

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Curiosity faz sua primeira perfuração em solo marciano

em sábado, 2 de fevereiro de 2013

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O jipe-robô Curiosity, que desembarcou em Marte há cinco meses e acaba de estrear mais um dos dez equipamentos científicos de que dispõe. Trata-se de uma espécie de escova especial que consegue remover a poeira avermelhada de pedras e pequenas áreas do solo.

A primeira operação de perfuração do Curiosity é martelar um furo de teste em uma rocha plana no local onde o veículo se encontra estacionado atualmente, rocha essa que pertence a um afloramento com um certo interesse científico, ou seja, rochas com veios de minerais e que recebeu o nome de John Klein.


sábado, 19 de janeiro de 2013

Asteroide passará perto da Terra em fevereiro

em sábado, 19 de janeiro de 2013

4 comentários
O asteroide 2012 DA14 é de cerca de 40 metros de diâmetro, tem uma massa de 130.000 toneladas, está viajando em relação à terra, a uma velocidade de cerca de 6,3 km/s e vai passar e pelo menos 32.000 km no dia 15 de fevereiro.

Foto: Shutterstock
Se ele atingisse a Terra, o resultado seria uma enorme explosão produzindo cerca de 2,5 megatons, mas Asteróide 2012 DA14 não vai bater o nosso planeta em 2013, e provavelmente nunca. Apesar da falta de um cenário sensacional, esta estreita ligação ainda merece nossa atenção.  A chance irá permitir aos astrônomos aprender muito sobre asteroides, e representa uma das poucas chances para pessoas comuns de ver um asteróide passar muito perto da Terra.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Rio na lua de Saturno

em sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

3 comentários

Com os dados chegando e análises realizadas percebemos que Titã é cada vez mais parecido com algo que chamaríamos de Terra primordial, a sonda Cassini detectou algo que parece ser uma versão extraterrestre miniatura do nosso rio Nilo, ele se estende a partir do que parece serem cabeceiras até um grande mar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Tempestades em redemoinho são vistas por sonda da Nasa em Saturno

em quinta-feira, 29 de novembro de 2012

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A sonda espacial Cassini, da Nasa, registrou nuvens de tempestade em redemoinho no polo norte de Saturno. As imagens foram captadas por uma lente grande angular e outra estreita nesta terça-feira (27), a uma distância de cerca de 400 mil quilômetros do planeta dos anéis.

Esse fenômeno é parecido com o que a Cassini já encontrou no polo sul de Saturno, há seis anos.

A sonda já tinha visto tempestades no extremo norte do planeta, mas apenas por meio de raios infravermelhos, e não em luz visível, pois a região estava em total escuridão. Com a mudança das estações, o Sol começou a iluminar o local e foi possível fazer as fotos.

Tempestade no norte de Saturno foi vista com lente estreita (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)

A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI). As duas câmeras a bordo da sonda foram projetadas, desenvolvidas e montadas no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia. A equipe que trabalha com as imagens fica no Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado.

Redemoinho no planeta foi registrado com grande angular (Foto: Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute)

Fonte: Notícias

Maior buraco negro já encontrado engoliria Sistema Solar

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O horizonte de eventos do super buraco negro, mostrado nesta ilustração, teria um diâmetro 11 vezes maior do que a órbita de Netuno.[Imagem: D. Benningfield/K. Gebhardt/StarDate]

Galáxia-buraco negro

Galáxias possuem buracos negros em seus centros que até agora se acreditava terem dimensões proporcionais ao tamanho da galáxia.

As medições indicam que os buracos negros centrais têm em média 0,1% da massa de sua galáxia.

Mas nada menos do que 14% de toda a massa da galáxia NGC 1277 está em seu buraco negro - ele é 140 vezes maior do que o esperado.

Isso torna este o maior buraco negro já observado até agora, e torna a NGC 1277 a mais estranha galáxia já vista, quase uma "galáxia buraco negro".

Buracos negros supermassivos só haviam sido observados em galáxias muito grandes, do tipo elípticas. Mas a NGC 1277 é lenticular e bastante pequena. De onde veio tanta massa para formar esse super devorador de matéria é uma incógnita.



Universo maior que as teorias

Como esperado, a descoberta deverá mudar as teorias sobre a formação e a evolução tanto das galáxias quanto dos buracos negros.

"No momento existem três mecanismos completamente diferentes que tentam explicar a conexão entre a massa do buraco negro e as propriedades das galáxias. Nós não entendemos ainda o suficiente para saber qual dessas teorias é a melhor," disse Remco Van den Bosch, do Instituto Max Planck, na Alemanha.

As teorias indicam que os buracos negros supermaciços desenvolvem-se no centro das galáxias gigantes engolindo massa do bojo, a parte central da galáxia. Mas a NGC 1277 não tem massa suficiente para sustentar esse mecanismo.

Esta fotografia da NGC 1277 foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble. Seu buraco negro concentra 14% de sua massa total e 59% da massa de seu bojo central. [Imagem: NASA/ESA/Andrew C. Fabian]

Bosch e seus colegas fizeram o estudo usando o Telescópio Hobby-Eberly, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos.

Com base no seu movimento, os astrônomos calculam que o buraco negro gigante possui uma massa 17 bilhões de vezes a massa do Sol, com uma margem de erro de 3 bilhões para mais ou para menos.

Ele é tão grande que, se fosse posto na posição do Sol, ocuparia quase todo o Sistema Solar. Seu horizonte de eventos seria 11 vezes maior do que a órbita de Netuno.

Bibliografia:

An over-massive black hole in the compact lenticular galaxy NGC 1277
Remco C. E. van den Bosch, Karl Gebhardt, Kayhan Gültekin, Glenn van de Ven, Arjen van der Wel, Jonelle L. Walsh
Nature
Vol.: 491, 729-731
DOI: 10.1038/nature11592




terça-feira, 6 de novembro de 2012

Curiosity não encontra metano em Marte

em terça-feira, 6 de novembro de 2012

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Demonstração do funcionamento do equipamento que não encontrou metano em Marte - O Curiosity possui 10 instrumentos voltados para a busca de sinais de vida microbiana no planeta.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]

Sinais de vida


A primeira tentativa de rastrear o gás metano em Marte terminou em decepção.

Embora possa ser produzido por fontes abióticas, o metano na Terra é produzido primariamente por fontes biológicas.

Em 2009, a NASA anunciou com estardalhaço a descoberta de metano em Marte, com medições feitas a partir de telescópios terrestres.

Isso gerou grande expectativa pelas medições a serem realizadas pelo robô Curiosity, que levou a bordo equipamentos de última geração para detectar traços de elementos com concentrações tão baixas quanto 1 parte por bilhão (ppb).

As simulações indicavam que o instrumento SAM (Sample Analysis at Mars) deveria encontrar metano em concentrações entre 20 ppb e 35 ppb.

Mas, depois de fazer e refazer quatro análises de duas amostras, o resultado foi zero.

Metano zero


Devido às incertezas nas medições, os cientistas afirmam que os resultados indicam que o metano em Marte "pode existir entre 0 e 5 ppb, com 95% de certeza".

Mas mesmo esse limite superior (5 ppb) seria baixo demais para todas as hipóteses levantadas até agora envolvendo vida bacteriana.

"O metano claramente não é um gás abundante na região da Cratera Gale, se é que ele existe. Neste ponto da missão nós estávamos muito entusiasmados com a busca por metano," disse o cientista Chris Webster, durante uma conferência promovida pela NASA onde ninguém conseguiu disfarçar o desapontamento.

Mas os cientistas da missão afirmam que a questão ainda está em aberto, e que os resultados podem mudar com novas medições e, sobretudo, com o uso de outros equipamentos do Curiosity - o robô possui 10 instrumentos voltados para a busca de sinais de vida microbiana em Marte.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Astrônomos calculam velocidade do Sistema Solar

em quarta-feira, 31 de outubro de 2012

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Os astrônomos refizeram os cálculos da massa da matéria escura, da velocidade e da órbita do Sistema Solar.[Imagem: NAOJ] 

Órbita do Sistema Solar

Há poucos dias, astrônomos aumentaram a precisão da constante de Hubble, que mede a taxa de expansão do Universo.

Agora, uma equipe de astrônomos japoneses fez novas medições de nossa própria galáxia, o que levou a um refinamento da massa da matéria escura presente na Via Láctea.

Eles chegaram a duas conclusões principais.

A primeira é que a distância do nosso Sistema Solar até o centro da galáxia é de 26,1 anos-luz - um ano-luz é uma medida de distância, que equivale a aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros.

A segunda conclusão é que a velocidade imposta ao Sistema Solar pela rotação da galáxia é de aproximadamente 240 km/s.

Isso significa que leva 200 milhões de anos para que o Sistema Solar complete uma "órbita" em torno do centro da galáxia.

Massa da matéria escura

O valor agora medido de 240 km/s é conhecido como V0.

O valor atualmente aceito para o V0 é de de 220 km/s, tendo sido estabelecido pela União Astronômica Internacional em 1986.

Em geral, a velocidade de rotação da galáxia é determinada pelo equilíbrio com a gravidade galáctica - assim, medir a rotação da galáxia equivale a medir a massa da galáxia.

Imagem da Via Láctea como ela fosse vista de cima, e a distribuição das 52 estrelas usadas nas medições. [Imagem: NAOJ]

Quando os dados da nova pesquisa foram usados para recalcular o valor de V0, os astrônomos verificaram que a massa de matéria escura na Via Láctea é 20% maior do que o valor aceito hoje.

Segundo os pesquisadores, esse valor tem impacto direto sobre os experimentos que vêm tentando, até agora sem sucesso, detectar partículas de matéria escura.

Mareki Honma e seus colegas do Observatório Nacional do Japão usaram o projeto VERA (VLBI Exploration of Radio Astrometry) para medir as distâncias precisas e o movimento de 50 objetos celestes para obter o ganho de precisão.




quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Descubra sua idade em outros planetas

em quinta-feira, 18 de outubro de 2012

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O site Exploratorium possui um interessante e divertido recurso que permite a qualquer um descobrir sua idade nos outros planetas do sistema solar. É bem rápido e fácil! Ao acessar o site (link no fim do post) você só precisará preencher os campos com sua data de nascimento. O padrão utilizado pelo site é o americano, portanto você deve preencher os campos como mostrado na figura abaixo.


Depois clique em “Calculate” e sua idade será automaticamente calculada como mostrado na figura abaixo. Perceba que o site fornece a quantidade de anos que você teria nos planetas do nosso sistema solar e a quantidade de dias que você teria vivido nele para ter tal idade. Perceba também que sua idade em Mercúrio é muito maior que sua idade em Plutão. Isso se deve ao fato de que planetas mais próximos de suas estrelas (Mercúrio) completam suas órbitas muito mais rapidamente que planetas afastados (Plutão).


Acesse o site pelo link a seguir:



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Unidade Astronômica agora é um valor fixo

em terça-feira, 18 de setembro de 2012

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Unidade Astronômica


Passou quase despercebida uma decisão adotada pela União Astronômica Internacional em sua última reunião, em Pequim, na China.

Até então, a chamada Unidade Astronômica - a distância entre a Terra e o Sol - era expressa na forma de um cálculo complexo.

Agora essa distância foi simplificada para um número exato, passando a valer 149.597.870.700 metros.

A Unidade Astronômica deve ser grafada como au, em letras minúsculas - até agora ela era grafada em maiúsculas.

A decisão não muda em nada o movimento do Sol e nem o da Terra, mas deverá facilitar o trabalho dos astrônomos na realização de medições, e o trabalho dos professores em explicar a Unidade Astronômica a seus alunos.

Este é o novo valor exato da Unidade Astronômica, que funciona como uma espécie de "metro" para medir distâncias no Sistema Solar. [Imagem: Sara Ohy Rosa]

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Nasa divulga quatro novas imagens de Titã, a maior lua de Saturno

em quinta-feira, 30 de agosto de 2012

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Sonda Cassini está na região desde 2004 e fez registros entre maio e julho.
Objetivo é analisar as mudanças sazonais no sistema do planeta dos anéis.

A agência nacional americana (Nasa) divulgou quatro novas imagens feitas entre maio e julho ao redor de Saturno pela sonda Cassini, que está na região desde 2004 e deve ficar pelo menos mais cinco anos em atividade.

A foto abaixo mostra a maior lua do "planeta dos anéis", Titã, passando em frente a ele. O registro ocorreu no dia 6 de maio. Para captar a cena, a Cassini usou uma lente grande-angular e infravermelha., a 778 mil quilômetros do satélite.

Titã fica à frente de Saturno, em imagem parecida à divulgada no início de julho (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI)

A chamada Missão Solstício usa duas câmeras diferentes e tem como um de seus principais objetivos analisar as mudanças sazonais no sistema de Saturno, que tem pelo menos 60 luas conhecidas – embora Titã ainda seja a única com possibilidade de vida. Algumas dessas alterações climáticas são completamente inesperadas, enquanto outras ocorrem como um verdadeiro reloginho.

Anel de Saturno obscurece parte de Titã nesta outra imagem feita pela Cassini (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI)

A principal lua de Saturno tem 5.150 quilômetros de diâmetro e é maior que o planeta Mercúrio, o primeiro do Sistema Solar. Os cientistas têm acompanhado os eventos no polo sul do satélite desde que uma espécie de furacão atingiu a atmosfera este ano.

Sonda capta lado 'noturno' de Titã, com a luz solar aparecendo como um anel (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI)

As estações do ano estão mudando em Titã: o polo sul ainda está no outono, mas logo passará pelo inverno, motivo pelo qual tem ganhado uma tonalidade mais azulada. Essa modificação na cor é explicada provavelmente pela redução da intensidade da luz ultravioleta e da névoa no local, além de uma dispersão da luz solar pelas moléculas no ar e da presença de gás metano. A incidência de um "anel de sombra" (foto acima) no hemisfério sul aumenta ainda mais esse efeito.

Já o polo norte está na primavera e em breve chegará o verão, motivo pelo qual a luminosidade e a neblina têm aumentado.

A missão Cassini-Huygens é um projeto feito em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI).

Espécie de furacão ou turbilhão apareceu no polo sul da lua Titã este ano (Foto: Nasa/JPL-Caltech/SSI)

Fonte: Notícias


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Descobertos dois planetas orbitando dois sóis

em quarta-feira, 29 de agosto de 2012

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Os astrônomos estão interessados nas luas do exoplaneta 47b, que circunda suas duas estrelas dentro da zona habitável. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/T.Pyle]

Complexidade cósmica

Astrônomos encontraram um sistema multiplanetário circumbinário.

O primeiro planeta circumbinário - um planeta que orbita duas estrelas - foi descoberto há cerca de um ano.

Logo depois, novos estudos indicaram que planetas com dois sóis são comuns.

Isto deixou os teóricos estarrecidos, porque muitos achavam que o equilíbrio orbital seria complexo demais para se sustentar.

Mas o Universo parece dar conta de combinações muito mais complexas.

Há cerca de seis meses descobriu-se um planeta com três sóis, além do que, potencialmente habitável.

Agora, novamente usando o telescópio espacial Kepler, astrônomos descobriram um sistema composto de duas estrelas e de pelo menos dois planetas, no qual os dois planetas orbitam as duas estrelas.

É um sistema que bem se poderia chamar de "caótico", não fosse o fato de que ele está lá, bem estável, a menos de 5.000 anos-luz da Terra, na Constelação do Cisne.

Comparação entre o Sistema Solar e o sistema planetário Kepler-47, com suas duas estrelas e seus dois planetas já descobertos. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle]

Luas habitáveis

O par de estrelas gira uma em torno da outra a cada 7,5 dias. Uma das estrelas é parecida com o nosso Sol, enquanto a outra é bem menor, com um terço do tamanho e com um brilho 175 vezes menor do que sua companheira.

O planeta interno - chamado Kepler 47b - tem um diâmetro três vezes maior que o da Terra e gira em torno do par de estrelas a cada 49 dias.

O planeta mais externo - chamado Kepler 47c - é cerca de 4,5 vezes maior que a Terra (um pouco maior que Urano) e orbita as estrelas a cada 303 dias, o que o torna o exoplaneta mais afastado de sua estrela descoberto até agora.

Mais interessante ainda, esse planeta exterior orbita as estrelas dentro da faixa que os astrônomos convencionaram chamar de zona habitável - a região ao redor de uma estrela onde um planeta rochoso pode ter água líquida em sua superfície.

"Embora o planeta exterior seja provavelmente um gigante gasoso e, portanto, inadequado para a vida, luas grandes, se presentes, seriam mundos interessantes de se investigar, já que elas poderiam potencialmente abrigar a vida ", disse William Welsh, da Universidade Estadual de San Diego, coautor do estudo.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curiosity envia suas primeiras imagens

em segunda-feira, 6 de agosto de 2012

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Curiosity se aproxima de seu destino

em sexta-feira, 3 de agosto de 2012

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O rover Curiosity da NASA vai pousar em solo marciano no próximo 6 de agosto as 02:31(hora de Brasília), ela tem a missão de procurar sinais de que o planeta já tenha sido hospitaleiro à vida.
Essa missão é especial pois para a Curiosity pousar ela utilizara um preciso sistema de guindaste aéreo a jato, tudo isso devido ao tamanho e a massa de cerca de 1 tonelada na Terra e 345 Kg em gravidade marciana.
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