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| Foto: Shutterstock |
sábado, 19 de janeiro de 2013
Asteroide passará perto da Terra em fevereiro
Publicado por
Renan Aryel
em
sábado, 19 de janeiro de 2013
O asteroide 2012 DA14 é de cerca de 40 metros de diâmetro, tem uma massa de 130.000 toneladas, está viajando em relação à terra, a uma velocidade de cerca de 6,3 km/s e vai passar e pelo menos 32.000 km no dia 15 de fevereiro.
Se ele atingisse a Terra, o resultado seria uma enorme explosão produzindo cerca de 2,5 megatons, mas Asteróide 2012 DA14 não vai bater o nosso planeta em 2013, e provavelmente nunca. Apesar da falta de um cenário sensacional, esta estreita ligação ainda merece nossa atenção. A chance irá permitir aos astrônomos aprender muito sobre asteroides, e representa uma das poucas chances para pessoas comuns de ver um asteróide passar muito perto da Terra.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Luz vinda da escuridão
Publicado por
Keissy Carla
em
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Esta nova imagem do ESO mostra uma nuvem escura, onde novas estrelas estão se formando, e um aglomerado de estrelas brilhantes que já saiu da sua maternidade estelar empoeirada. A imagem foi obtida com o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla, no Chile, e é uma das melhores imagens já obtidas no visível deste objeto pouco conhecido.
A nuvem é conhecida como Lupus 3 e situa-se a cerca de 600 anos-luz de distância na constelação do Escorpião. A parte mostrada aqui tem uma dimensão de cerca de 5 anos-luz.
À medida que as regiões mais densas destas nuvens se contraem sob o efeito da gravidade, aquecem e começam a brilhar. No início esta radiação encontra-se bloqueada pelas nuvens de poeira, e podem ser observadas apenas com telescópios que captam radiação com comprimento de onda maior que a luz visível, como o infravermelho. No entanto, à medida que as estrelas se vão tornando mais quentes e mais brilhantes, a intensa radiação que emitem, assim como os ventos estelares, limpam as nuvens à sua volta, até que finalmente aparecem em toda a sua glória.
As estrelas brilhantes à direita da imagem são o exemplo perfeito de um pequeno grupo dessas estrelas quentes jovens. Parte de sua radiação azul brilhante é espalhada pelos restos de poeira que permanecem em seu redor. As duas estrelas mais brilhantes são suficientemente brilhantes para poderem ser observadas através de um telescópio pequeno ou de binóculos. São estrelas jovens que ainda não começaram a brilhar por ação da fusão nuclear nos seus centros e que se encontram ainda envolvidas em gás brilhante . Têm, muito provavelmente, menos de um milhão de anos de idade.
Embora menos óbvios, à primeira vista, do que as estrelas azuis brilhantes, vários rastreios encontraram muitos outros objetos jovens nesta região, uma das maternidades estelares deste gênero mais próxima do Sol.
As regiões de formação estelar podem ser enormes, tais como a Nebulosa da Tarântula , onde centenas de estrelas de grande massa se estão a formar. No entanto, pensa-se que a maioria das estrelas da nossa Galáxia e de outras galáxias, se tenha formado em regiões muito mais modestas, como esta, onde apenas duas estrelas brilhantes são visíveis e não se formam estrelas de massa muito elevada. Por esta razão, a região Lupus 3 é, ao mesmo tempo, fascinante para os astrônomos e uma magnífica ilustração das fases iniciais da vida das estrelas.
Fonte: ESO
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Imagens do campo gravitacional lunar registrada pela GRAIL
Publicado por
Keissy Carla
em
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
| Nasa/JPL-Caltech/MIT/GSFC) - Mapa gravitacional da Lua |
Um das sondas da missão deixou ainda o impresionante vídeo da superfície
Caleb Scharf
Em 17 de dezembro de 2012, duas pequenas sondas chamadas de Ebb e Flow atingiram a superfície lunar a mais de 5920 km/h.
Isso encerrou a missão GRAIL (acrônimo para “Laboratório Interior de Recuperação de Gravidade”, em tradução aproximada) da NASA, que teve duração de um ano. As sondas gêmeas passaram a maior parte de seu tempo orbitando a superfície da Lua a uma altitude assustadoramente baixa de mais ou menos 50 km, passando juntas sobre o terreno poeirento a menos de 224 km uma da outra.
A telemetria de microondas entre as sondas, a Terra, e a aplicação de geometria básica permitiu que a GRAIL monitorasse a distância entre Ebb e Flow com uma precisão de aproximadamente um décimo de mícron – metade da largura de um fio de cabelo humano.
O campo gravitacional da lua não é perfeitamente simétrico, o que ocorre com qualquer planeta ou satélite.
Variações na densidade e altura de material produzem pequenas variações na aceleração gravitacional sentida por outros objetos. A variação no movimento orbital de Ebb e Flow, assim, permitiu a construção de um mapa detalhado do campo gravitacional lunar. Com um conhecimento das características topográficas da superfície, isso pode ser transformado no equivalente de uma reconstrução por tomografia do interior lunar – e de suas variações.
Os dados são incríveis, mas a GRAIL ainda deixou um último presente. Nos dias que precederam sua colisão com a superfície lunar, as sondas retornaram imagens de suas órbitas cada vez mais baixas.
Essa é a linda e surreal gravação temporizada obtida pela Ebb, enquanto passava rasante sobre parte do terreno norte do lado mais distante da Lua a uma altitude de apenas 10km, em 14 de dezembro de 2012. Divirta-se.
Link para o vídeo:http://youtu.be/PODCa9sA34A
Fonte : Scientific American Brazil
Cometa se tornará mais brilhante que a lua cheia
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Unknown
Este ano, dois cometas darão o ar das graças na Terra: PANSTARRS, logo em março, deve fazer um show pelo hemisfério norte, e ISON, que pode tornar-se um cometa muito brilhante e visível em todo o mundo até o final de 2013.
Embora o movimento de um cometa no nosso céu possa ser previsto, seu brilho não pode ser. Sendo assim, os cientistas alertam que é muito cedo para saber se PANSTARRS ou ISON irão mesmo nos deslumbrar. Como já disse uma vez o caçador de cometas David Levy, “os cometas são como gatos, pois eles têm caudas, e fazem exatamente o que querem”.
O telescópio Pan-STARRS, no Havaí, descobriu este cometa em junho de 2011, que recebeu o nome de C/2011 L4 (PANSTARRS).
Em outubro de 2012, seu coma circundante (os fluxos de poeira e gás liberados pelo cometa formam uma enorme e tênue atmosfera em torno dele) foi visto e especulado em 120.000 quilômetros de largura.
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Embora o movimento de um cometa no nosso céu possa ser previsto, seu brilho não pode ser. Sendo assim, os cientistas alertam que é muito cedo para saber se PANSTARRS ou ISON irão mesmo nos deslumbrar. Como já disse uma vez o caçador de cometas David Levy, “os cometas são como gatos, pois eles têm caudas, e fazem exatamente o que querem”.
PANSTARRS
O telescópio Pan-STARRS, no Havaí, descobriu este cometa em junho de 2011, que recebeu o nome de C/2011 L4 (PANSTARRS).
Em outubro de 2012, seu coma circundante (os fluxos de poeira e gás liberados pelo cometa formam uma enorme e tênue atmosfera em torno dele) foi visto e especulado em 120.000 quilômetros de largura.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Observatório espacial comprova existência de tsunami solar
Publicado por
Unknown
em
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
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| @Nasa/Solar and Heliospheric Observatory (SOHO)/STEREO (Solar Terrestrial Relations Observatory) |
Alguns anos atrás, os físicos solares testemunharam pela primeira vez uma gigantesca onda de plasma se propagando pela superfície do Sol. A dimensão do fenômeno era tão grande que apesar de estarem presenciando o evento, não podiam acreditar no que viam. Naquela ocasião, a enorme onda ergueu-se mais alto que a Terra para em seguida despencar sobre a superfície, formando padrões circulares de milhões de quilômetros de circunferência. Céticos, diversos observadores sugeriram que o fenômeno poderia ser alguma sombra ou ilusão de ótica provocada por efeitos atmosféricos. Aquilo poderia ser tudo, menos uma onda real.
O tempo passou e diversos estudos foram feitos, mas uma imagem captada em fevereiro de 2009 pelo satélite Stereo deu um xeque-mate no problema. A imagem mostrava uma gigantesca explosão próxima à mancha solar 11012, arremessando uma nuvem de mais de 1 bilhão de toneladas de gás aquecido ao espaço, provocando uma gigantesca onda na superfície do Sol. "Agora nós sabemos", disse Joe Gurman, do Laboratório de Física Solar do Centro Espacial Goddard, da Nasa. "Os tsunamis solares realmente existem". "Aquilo foi definitivamente uma onda", disse Spiros Patsourakos, ligado à universidade de Mason e autor do paper publicado em novembro de 2009 no periódico Astrophysical Journal Letters. "Não é uma onda comum, de água. É uma gigantesca onda de plasma e magnetismo", explicou.
O nome técnico para o novo fenômeno é Onda Magneto-hidrodinâmica de Modo Rápido, ou MHD e foi captado com grande precisão por um dos satélites Stereo, que estuda o Sol. Na imagem, a gigantesca ejeção de massa coronal, CME, atinge 100 mil km de altitude e se desloca a 250 km/s, com energia igual a nada menos que 2.4 gigatoneladas de TNT, o equivalente a 150 mil bombas atômicas similares às que caíram sobre Hiroshima em 1945. Os tsunamis solares foram descobertos em 1997 através de imagens captadas pelo Telescópio Solar e Heliosférico SOHO e desde então foram motivos de diversas controvérsias entre os cientistas.
Em maio de 2009, outra ejeção de massa coronal explodiu em uma região ativa na superfície do Sol e foi registrada pelo satélite SOHO como uma gigantesca onda que praticamente atravessou a superfície do Sol. Os tsunamis solares não representam uma ameaça direta à Terra, mas são extremamente importantes para o estudo do astro-rei. "Podemos usá-los para diagnosticar as condições atuais do Sol e tentar prever quando as tempestades solares podem ocorrer. Ao observar como as ondas se propagam, podemos coletar informações sobre as camadas mais baixas da atmosfera solar e que de outra forma não seriam possíveis", disse Gurman.
Fonte: Apolo 11
Nebulosas
Publicado por
Unknown
O que existe entre as estrelas, ou entre um aglomerado e outro? Esta porção do espaço é conhecida como meio interestelar, o qual é constituído de regiões de vazio (ou quase) e por regiões mais densas, formadas por gases, chamadas nebulosas. Existem vários tipos de nebulosas, classificadas através da luz por elas emitida, que é decomposta num espectro, parecido com um arco íris, e analisada. Deste modo, de acordo com os resultados, são chamadas de nebulosas: de emissão ou difusas, de reflexão, de absorção ou escuras e planetárias, havendo ainda, os chamados restos de supernovas.
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| Nebulosa da Lagoa @Steve Mazlin, Jack Harvey, Rick Gilbert, and Daniel Verschatse |
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| Nebulosa de Órion. @Jesús Vargas (Astrogades) & Maritxu Poyal (Maritxu) |
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Revelada a maior galáxia espiral
Publicado por
Unknown
em
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
A espetacular galáxia espiral barrada NGC 6872 tem sido classificada entre os maiores sistemas estelares já conhecidos durante décadas.
© NASA (composição da galáxia espiral barrada NGC 6872)
Agora, uma equipe de astrônomos do Estados Unidos, do Chile e do Brasil premiaram essa galáxia como sendo a maior galáxia espiral já conhecida, com base em análise de dados de arquivos da missão GALEX (Galaxy Evolution Explorer) da NASA.
Medidas de ponta a ponta feitas pelos seus dois braços espirais gigantescos deram à NGC 6872 o exuberante tamanho de 522.000 anos-luz, fazendo dela uma galáxia cinco vezes maior que a nossa Via Láctea.
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