![]() |
| Imagem: Wikimedia |
| Painel de controle Vostok 1 |
![]() |
| Vostok 1 avariada pelo atrito com a atmosfera |
Todos a imagens são de domínio publico.
Creditos:
Planeta Universitário
![]() |
| Imagem: Wikimedia |
| Painel de controle Vostok 1 |
![]() |
| Vostok 1 avariada pelo atrito com a atmosfera |
Não se confunda com os termos técnicos. O combustível é apenas ar comprimido e água e o foguete é feito de garrafa Pet.
E por fim, houve o lançamento do foguete. O sistema de paraquedas não funcionou corretamente, o que o Suintila atribui à popular “Lei de Murphy”, uma boa colocação, já que o paraquedas não se ejetou de sua cápsula que se encontrava devidamente aberta.A ESA (agência espacial europeia) divulgou nesta sexta (27) uma nova imagem da enigmática cratera marciana Orcus Patera, obtida pela nave Mars Express.
| (Foto: ESA / DLR / FU Berlin (G. Neukum)) |
O que a torna enigmática é o seu estranho e raro formato elíptico alem da sua extensão com cerca de 380 km por 140 km. Ela tem um aro que se eleva até 1800 m acima da planície circundante, enquanto o piso da depressão se encontra (400-600) m abaixo do ambiente alem disso está Localizada entre os vulcões Elysium Mons e Olympus Mons onde há imensa atividades vulcânicas.
Apesar de bastante estudada, a origem da cratera é ainda desconhecida e permanece um mistério que desafia os pesquisadores.
Há uma “divergência”. O nome “Patera”, geralmente, é usado para se referir a acidentes geográficos de origem vulcânica, o que talvez não seja o caso da Orcus. Segundo os cientistas que a estudam, pode perfeitamente ter sido originada por um deslocamento tectônico, um fenômeno erosivo ou um impacto com outro corpo celeste, há bilhões de anos.
Além de vulcanismo, há uma série de outras possíveis origens. Orcus Patera pode ser uma grande cratera de impacto, originalmente redonda, posteriormente deformados por forças de compressão. Alternativamente, ele poderia ter se formado após a erosão de crateras alinhadas. No entanto, a explicação mais provável é que ela foi feita em um impacto oblíquo, de um objeto de pequeno porte que teria atingido Marte a partir de um ângulo raso em relação à horizontal, menor que 5 graus.
A existência de forças tectônicas em Orcus Patera é evidente pela presença de numerosos "grabens", estruturas semelhantes aos vales de rift ( Localizado na Africa recortando o Quenia de norte a sul) que cortam toda a borda. Alguns grabens chegam a 2.5 km de largura e estão orientados no sentido leste-oeste e só estão visíveis na borda da cratera e nas imediações.
No interior da depressão os grabens de grande porte não são visíveis e foram provavelmente cobertos por sedimentos depositados ao longos do tempo. Entretanto, a presença de grabens menores indica que diversos eventos tectônicos ocorreram ali, sugerindo que múltiplos episódios de deposição aconteceram no interior da cratera.
Além das forças de compressão, uma série de sulcos mostra que a ação dos ventos também colaborou no desenvolvimento de Orcus Patera. As feições escuras próximas ao centro da depressão foram provavelmente esculpidas por processos eólicos, que redistribuiu o material escuro escavado pelo impacto do objeto.
No entanto, a presença dos grabens ou dos sulcos não tem qualquer influência sobre a formação de Orcus Patera e são consequências das forças que moldaram a cratera durante milhões de anos. A verdadeira origem da depressão continua a ser estudada e até um veredito final, a origem de Orcus Patera continua sendo um enigma.

O 11º Festival de Inverno de Bonito teve diversas atrações culturais de várias partes do Brasil e o Clube de Astronomia Carl Sagan esteve por lá, proporcionando observação aberta ao público em geral que participou em peso. Durante quatro noites de festival dois planetas e a Lua encantaram centenas de pessoas que em sua grande maioria, crianças, estavam na praça central do evento anual mais importante da cidade.
Com uma média de trezentas pessoas por noite, as observações se iniciaram ao anoitecer com a presença de três planetas. Vênus foi desmistificado de “estrela d'alva” e apresentado como planeta mais brilhante do céu, seguido por Marte e Saturno. O último é sempre sem dúvida o que faz maior sucesso entre o público, com seus anéis únicos e nitidez inigualável se exibe junto à sua lua Titan, a segunda maior do sistema solar. Assim, indagando: “É de verdade mesmo?” apenas as observações eram suficientes para responder. Vênus também confundido com a Lua pelo fato de apresentar fases de acordo com a época do ano e sua posição em relação à Terra e ao Sol.

Deste modo, o público fascinado pela astronomia foi informado sobre os planetas, o sistema solar e até sobre outras estrelas e o Universo em si. Em sua maioria, crianças comentavam – Olha! É igual ao livro! - e outros perguntavam – Até onde ele alcança? - à respeito dos telescópios, demonstrando que o desejo de ir além não tinha fim.
Ademais, os presentes no festival se mostravam muito curiosos e interessados pela astronomia, desde os mais leigos até os bem entendidos do assunto. Como uma atividade inédita na cidade, chamou muita atenção principalmente das crianças, dos jovens e seus pais, famílias inteiras enfrentavam a fila para ter um momento de contato com os astros. Percebia-se que a cidade carecia de tal atividade, transformando cada momento em muita satisfação por parte do Clube de Astronomia Carl Sagan - UFMS.
Portanto, agradecemos a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Fundação de Turismo e aos presentes pela participação em uma das mais bem sucedidas observações em eventos que já se teve no estado de Mato Grosso do Sul. Agradecemos também, em especial àqueles todos que tornaram real e agradável nossa prestação de serviço à comunidade do município de Bonito e seus turistas. Obrigado em nome de todos do Clube de Astronomia Carl Sagan, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.